Num aguaceiro, o ralo pequeno de um prédio antigo não dá vazão e a água aparece no teto do vizinho de baixo. Encontramos por onde entra a água e mostramos-lha em fotografia, com orçamento por escrito.

Em Lisboa, boa parte da chuva cai em poucas horas, e os terraços dos prédios antigos têm ralos pequenos, muitas vezes meio entupidos por folhas e terra. Num aguaceiro, a água não escoa, sobe acima do rodapé e entra pela parede. Quem dá pelo problema primeiro é, quase sempre, o vizinho de baixo — muitas vezes semanas depois, quando a mancha já chegou ao teto dele.
Na visita não olhamos só para a impermeabilização: vemos ralos, caleiras, tubos de queda e pendente, e mostramos-lhe em fotografia por onde entra a água. Se a água não tem por onde sair, corrigimos a drenagem antes de impermeabilizar.
Em Lisboa chove cerca de 790 mm por ano, em 75 diasDado verificadoIPMA — Normais climatológicas 1991–2020, Lisboa / Instituto Geofísico793,5 mm de chuva por ano; 75,5 dias com chuva ≥ 1 mm; 33,2 dias com máxima ≥ 30 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela). E chove de forma concentrada: no mesmo episódio de dezembro de 2022, Gago Coutinho registou 77 mm em três horasDado verificadoIPMA — Precipitação intensa de 12 e 13 de dezembro de 2022120,3 mm em 24 horas no Instituto Geofísico (novo máximo); 76,9 mm em 3 horas em Gago Coutinho.Abrir a fonte (abre noutra janela). No verão é o contrário: há em média 33 dias acima de 30 °C, e no centro da cidade as noites ficam alguns graus mais quentes do que em MonsantoDado verificadoFinisterra (2014) — ilha de calor urbano de LisboaNoites no centro da cidade alguns graus mais quentes do que em Monsanto.Abrir a fonte (abre noutra janela). A tela escura e a tijoleira dilatam de dia e contraem à noite; as fissuras começam nas juntas e nos remates.
Em Santa Maria Maior e na Misericórdia, mais de 80 % dos edifícios são anteriores a 1946Dado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção (indicador 0011482)Lisboa: 35,6 % dos edifícios anteriores a 1946 e 46,0 % de 1946–1980; em Santa Maria Maior e na Misericórdia, mais de 80 % anteriores a 1946.Abrir a fonte (abre noutra janela). Nos bairros históricos, isso quer dizer açoteias pequenas, com muitos remates para poucos metros quadrados. Quase metade dos edifícios de Lisboa é de 1946–1980, e mais de um terço é anterior a 1946Dado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção (indicador 0011482)Lisboa: 35,6 % dos edifícios anteriores a 1946 e 46,0 % de 1946–1980; em Santa Maria Maior e na Misericórdia, mais de 80 % anteriores a 1946.Abrir a fonte (abre noutra janela). Nesses prédios — Benfica, Alvalade, Olivais, Areeiro — os terraços de cobertura e as palas são grandes, com tela antiga e ralos pequenos. E nas encostas, a água que desce da rua e dos telhados vizinhos acaba no terraço de quem está mais abaixo.

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Alfama, Mouraria, Misericórdia, Santa Maria Maior · 4 a 20 m²
«Pinga no teto do quarto, mas o terraço parece estar bem.»
Açoteias de prédios antigos do centro
Pequena, encostada a paredes vizinhas, com caleira antiga e, às vezes, uma claraboia. A água entra por um remate — a junta com a parede do vizinho, a caleira, a soleira —, quase nunca pelo meio do pavimento. O material sobe à mão, por escadas sem elevador.
O que fazemos

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Benfica, Alvalade, Lumiar, Olivais, Areeiro · 60 a 320 m²
«Chove no último andar e a administração diz que tem de ir à assembleia.»
Condóminos do último andar e administrações
Prédios de 1946–1980 com tela antiga e ralos pequenos. Quem sofre é o último andar, e a obra passa pela administração do condomínio: fazemos a proposta por pontos e por fases, com as fotografias do diagnóstico, para a assembleia aprovar.
O que fazemos

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Alcântara, zona oriental, Parque das Nações · centenas de m²
«Depois de chover, a água fica no terraço dias seguidos.»
Palas e terraços de cobertura grandes
Centenas de metros quadrados, muitas vezes com tela antiga. Onde falta pendente ou um tubo de queda despeja no terraço, a água fica parada dias seguidos e acaba por entrar pelas juntas abertas. Aqui começamos pela drenagem — pendente, ralos, caleiras — e só depois aplicamos a membrana.
O que fazemos
Quando o pavimento está firme, impermeabilizamos por cima, sem entulho — num 4.º andar sem elevador isso conta. Quando há água por baixo ou falta pendente, levantamos o pavimento e fazemos betonilha nova. Se o problema é a drenagem — um tubo de queda que despeja no terraço, um ralo que não dá vazão — corrigimos a drenagem primeiro; impermeabilizar por cima não resolve.
Os preços são os mesmos em todos os concelhos onde trabalhamos. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² quando é preciso levantá-lo. Em terraços mais pequenos o preço por m² é mais alto; a obra mínima é de 1 750 € com IVA — numa açoteia de 6 m² em Alfama, conta sobretudo esse valor. Em condomínios, a proposta vem por pontos e por fases. O preço fecha-se por escrito depois da visita, ponto a ponto, com o que inclui e o que fica de fora. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.
Pedir orçamento escritoa partir de110€/m² com IVA*
Preparação, ralos e remates, primário, selagem PU, membrana em 2 demãos e verniz antiderrapante.
a partir de195€/m² com IVA*
O mesmo sistema, mais demolição, entulho e regularização da base. A colocação do pavimento novo orçamenta-se à parte.
*Valores com IVA a 23 %, em áreas a partir de cerca de 100 m²; em áreas mais pequenas o preço por m² é mais alto. Em obras de reparação em habitação, parte do valor pode ter IVA a 6 % — nesse caso, o preço final é mais baixo. O preço exato fica no orçamento escrito, após a visita.
Gratuita. Vemos a superfície e o teto ou a parede por baixo, e fotografamos por onde entra a água.
Até 5 dias úteis depois da visita (prédios: até 10), por pontos, com o que inclui e o que fica de fora.
Com tempo seco, fase a fase. Acompanha cada etapa, com fotografias, na página da sua obra no telemóvel. Se a obra pedir um especialista, dizemos-lhe antes quem faz o quê.
Revemos a obra consigo e entregamos o termo de garantia: 5 anos no sistema de impermeabilização, sem prejuízo da garantia legal.
Vemos o terraço em Lisboa, mostramos-lhe em fotografia por onde entra a água e enviamos um orçamento escrito, com o que inclui e o que fica de fora.
Diga-nos onde é o problema e como o contactar. A visita e o orçamento escrito são gratuitos.
Com estas quatro, damos-lhe uma estimativa indicativa antes da visita:

Não encontrou a sua? Ligue +351 964 085 834 ou escreva por WhatsApp.
Em resumo. A POM (Perspectivaominuto Unipessoal Lda, alvará IMPIC 108786-PAR) impermeabiliza terraços no concelho de Lisboa, a partir da sede em Loures. Preço a partir de 110 €/m² com IVA por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; obra mínima 1 750 € com IVA. 3 obras realizadas no concelho. Visita de diagnóstico e orçamento escrito gratuitos; garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.
Fazemos a visita de diagnóstico, gratuita: procuramos a origem da água — terraço, varanda do vizinho, fachada, caleira, tubo de queda — e mostramo-la em fotografia. Se a água não vier do terraço, dizemo-lo. Se precisar, fazemos um relatório escrito do diagnóstico, com as fotografias, a causa provável e o que propomos, para entregar ao condomínio, ao vizinho ou à seguradora. Não somos peritos da seguradora: é ela que decide se aceita o relatório ou se manda o seu perito.
Comece pela visita de diagnóstico, de preferência com acesso ao terraço e à fração de baixo: comparamos a mancha com o que está por cima — ralo, rodapé, soleira, caleira — e mostramos a origem em fotografia. Num prédio, o terraço de cobertura é, em regra, parte comum, mesmo quando só uma fração o usa; a decisão e a divisão da despesa passam pela administração. Confirme no título constitutivo.
Fazemos uma proposta por pontos e por fases, com as fotografias do diagnóstico, para a administração apresentar e a assembleia comparar e aprovar — a obra pode começar pela zona por onde entra a água. Num prédio, enviamos o orçamento até 10 dias úteis depois da visita. Fatura com o NIF do condomínio.
Sim, com obra mínima de 1 750 € com IVA. Em terraços pequenos o trabalho está quase todo nos remates — caleira, rodapé, soleira, a junta com a parede do vizinho —, que são o que mais falha.
A membrana é líquida e vem em latas; não há rolos de tela nem entulho quando impermeabilizamos por cima, e tudo sobe pelas escadas à mão. Combinamos com o condomínio o acesso e a proteção das escadas. Quando é preciso levantar o pavimento, o entulho desce em sacos e o orçamento diz como.
Na visita, o ideal é estar quem decide ou alguém responsável pela casa; se não for possível, combinamos o acesso e mostramos-lhe tudo em fotografia. Enviamos o orçamento por email e, durante a obra, acompanha cada fase, com fotografias, na página da sua obra. No fim, enviamos as fotografias da entrega; normalmente o cliente vem ver a obra antes do pagamento final.
Sim. Falamos e escrevemos em português e, se preferir, em inglês. Yes, we speak English: free visit, written quote by email and photos of every stage of the work on your project page.
Diga-nos na visita as datas que não pode perder. O prazo previsto fica escrito no orçamento; as camadas só se aplicam com tempo seco, por isso a primavera e o verão são as alturas mais fáceis para marcar. Num terraço pequeno, por cima do pavimento, a obra costuma ser de poucos dias. Fatura com o seu NIF ou o da empresa.
A partir de 110 €/m² com IVA por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² com IVA com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; em áreas mais pequenas o m² é mais alto e a obra mínima é de 1 750 € com IVA. São os mesmos preços que em Cascais ou Oeiras. O valor exato fica no orçamento escrito, depois da visita. O que entra em cada preço: preços da impermeabilização de terraços.
Depende da área, da drenagem e de levantar ou não o pavimento. A cobertura de 320 m² do condomínio fizemo-la em 15 dias, por zonas; para o terraço de 60 m² no Lumiar, com a drenagem da coluna, o prazo previsto era de 20 a 25 dias. O prazo previsto fica escrito no orçamento, que enviamos até 5 dias úteis depois da visita (num prédio, até 10). Depois de aceite e feito o primeiro pagamento, compramos os materiais e, com tempo seco, começamos normalmente dentro de uma semana.
Acontece quando se trata a superfície e não o ponto de entrada, ou quando a água vem de outro sítio — em Lisboa, muitas vezes de um ralo que não dá vazão, de um tubo de queda que despeja no terraço ou de um remate com a parede do vizinho. Por isso começamos pela visita: procuramos por onde entra a água antes de propor a solução. Como o fazemos, camada a camada: sistema de impermeabilização de terraços.
Garantia escrita de 5 anos no sistema, sem prejuízo da garantia legal. Se voltar a entrar água nesse prazo por defeito da obra, voltamos e corrigimos.
Fica escrito no orçamento. O habitual é 40 % ao adjudicar, 40 % durante a obra e 20 % no fim; em obras pequenas, normalmente 50 % + 50 %. Se aparecer trabalho que não está no orçamento, orçamentamo-lo por escrito antes de o fazer.
Todas as 24 freguesias. A visita em Lisboa é gratuita e marcamos o dia consigo.
Veja também: Impermeabilização de terraços: preços e sistema Todos os serviços de impermeabilização Terraços em OeirasTerraços em Loures