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Vista aérea de Sacavém ao nascer do sol: o Tejo, a foz do rio Trancão, os pavilhões junto ao rio e os prédios à volta

Impermeabili­zação de terraços em Loures

A nossa sede é em Santa Iria de Azóia. Em Loures, muitos terraços, palas e coberturas já foram impermeabilizados uma vez, e o problema está no que ficou por baixo.

Na visita, abrimos um pedaço e mostramos-⁠lhe o que está por baixo

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Cobertura plana de um prédio depois da chuva: a impermeabilização antiga a descascar em placas, com água parada, o murete manchado e uma unidade de ar condicionado sobre apoios
Exemplo típico: a impermeabilização antiga a descascar

Já foi impermeabili­zado. E está a descascar.

Nos quatro prédios do concelho para os quais fizemos propostas em 2026 — em Loures, em Moscavide e em Santa Iria de Azóia —, a impermeabilização antiga estava a descascar ou descolada: num terraço comum, numa pala com paredes e nas coberturas de dois prédios. Quando a camada velha se solta, a água entra por baixo dela e fica lá presa. Pintar por cima esconde a bolha, mas a água continua a entrar e as infiltrações voltam ao teto de baixo.

E de cima não se vê: um terraço com a impermeabilização antiga bem colada e outro com água presa por baixo dela parecem iguais — a mesma tinta gasta, as mesmas bolhas.

Loures, visto da nossa sede: prédios, moradias e armazéns

A sul, junto a Lisboa e ao Tejo, Loures é de prédios, e de prédios com idade: 41 % dos edifícios do concelho são de 1961–⁠1980 — em Lisboa são 21 %, no país 27 %Dado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482)Loures: 31 353 edifícios; 41,3 % de 1961–⁠1980 (Lisboa 21,3 %, país 27,1 %); 60,4 % anteriores a 1981. UF Camarate, Unhos e Apelação: 59,9 % de 1961–⁠1980. UF Moscavide e Portela: 52,5 % com necessidade de reparação (no concelho, 34,5 %).Abrir a fonte (abre noutra janela). Em Camarate, Unhos e Apelação são 60 %; em Moscavide e Portela, mais de metade dos edifícios precisa de reparações. São os prédios das coberturas planas e das palas que já levaram uma ou duas impermeabilizações.

A norte, o concelho muda: em Fanhões, Lousa e Bucelas, mais de 70 % das casas são moradias, contra 20 % no concelho todoDado verificadoINE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495)Loures: 97 848 alojamentos; 79,8 % em edifícios com 2 ou mais alojamentos; 20,2 % em edifícios de um só alojamento. Em edifícios de um só alojamento: Fanhões 80,3 %, Lousa 75,9 %, Bucelas 72,3 %.Abrir a fonte (abre noutra janela). Aí, o terraço é da família, maior, e muitas vezes tem tijoleira antiga por cima de uma impermeabilização que já não segura.

E Loures é concelho de armazéns: só o MARL, em São Julião do Tojal, ocupa 101 hectares e tem 680 operadoresDado verificadoMARL — Mercado Abastecedor da Região de LisboaEm São Julião do Tojal (Loures): 101 hectares; 680 operadores (2025); abastece 2,9 milhões de habitantes da Área Metropolitana de Lisboa.Abrir a fonte (abre noutra janela), e há zonas industriais como a de Frielas, onde já trabalhámos. Por isso, além de terraços, impermeabilizamos caleiras, claraboias e entradas de armazém.

Prédio, moradia ou armazém: onde costuma estar o problema

Cobertura plana impermeabilizada pela POM: membrana cinzenta contínua até à platibanda, com uma máquina de ar condicionado e uma caixa técnica em cima
Foto: obra semelhante da POM

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. À volta dos apoios dos equipamentos
  2. As caixas e os tubos que atravessam a cobertura
  3. O remate com a platibanda e os guarda-fogos

Cobertura, pala ou terraço de prédio

Moscavide, Portela, Sacavém, Santa Iria de Azóia, Camarate, Loures

«Já impermeabilizaram há uns anos e a mancha voltou.»

Administrações de condomínio e condóminos do último andar

Prédios dos anos 60 e 70 com cobertura plana, palas por cima das entradas e terraços comuns, quase sempre com uma impermeabilização antiga por cima. A água entra por baixo da camada que descolou, pelos guarda-fogos e à volta das fixações dos equipamentos — painéis solares, ar condicionado. Removemos o que está solto, tratamos os remates e aplicamos a membrana contínua até ao topo dos guarda-fogos.

O que fazemos

  • Impermeabilização antiga que descascou, removida; onde a tela está colada, fica
  • Primário para base betuminosa, selagem de cantos e juntas, membrana de poliureia
  • Painéis solares e fixações retirados da zona de trabalho antes de começar, se for preciso
Tenho este caso — pedir visita
Terraço grande de moradia no interior do concelho depois da chuva: tijoleira de barro com juntas abertas e musgo, o rodapé solto ao longo do murete, o capeamento manchado e, ao fundo, vinhas e colinas
Exemplo típico: tijoleira com juntas abertas e rodapé solto

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. O rodapé, onde o chão encontra a parede
  2. As juntas abertas da tijoleira
  3. O topo do murete e o capeamento

Terraço de moradia com tijoleira antiga

Lousa, Montemor, Loures, Bucelas, Fanhões, Santo Antão do Tojal

«O terraço é grande e não queremos partir a tijoleira.»

Proprietários de moradias

Nas propostas que fizemos em 2026 em Loures, Lousa e Montemor, os terraços de moradia tinham de 40 a 53 m², quase sempre com tijoleira por cima de uma impermeabilização antiga. A água entra pelo rodapé e pelas juntas abertas. Se a tijoleira está firme, despolimo-⁠la e impermeabilizamos por cima, com o rodapé refeito. Onde a base já não serve, betonilha nova com pendente.

O que fazemos

  • Tijoleira firme despolida e impermeabilizada por cima, sem a levantar
  • Rodapé retirado, parede reparada com argamassa R4, cantos selados com poliuretano
  • Membrana de poliureia em duas demãos e verniz com aditivo antiderrapante
Tenho este caso — pedir visita
Cobertura de um armazém em chapa ondulada depois da chuva: a caleira de betão entre duas águas com água parada e folhas, a impermeabilização antiga estalada nas juntas à volta das claraboias de policarbonato, e prédios nas colinas ao fundo
Exemplo típico: caleira com água parada e juntas das claraboias abertas

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. A caleira, onde a água fica parada
  2. As juntas à volta das claraboias
  3. O canto entre o fundo da caleira e a parede

Armazém ou pavilhão

Frielas, Prior Velho, Bobadela, São Julião do Tojal, Camarate

«Só chove dentro do armazém quando chove com força.»

Empresas e quem gere armazéns e pavilhões

Nas propostas que fizemos para armazéns e pavilhões, a obra foi nos pontos por onde a água entra: a caleira, as juntas à volta das claraboias, as cumeeiras, as janelas e a entrada — não na chapa inteira. Impermeabilizamos esses pontos com a membrana de poliureia e, na entrada ou no cais, acabamos com areia de quartzo, para não escorregar.

O que fazemos

  • Caleira lavada a alta pressão, primário que adere em base húmida e membrana de poliureia
  • Juntas das claraboias e das cumeeiras seladas com poliuretano e cobertas pela membrana
  • Entrada ou cais com verniz e areia de quartzo, antiderrapante
Tenho este caso — pedir visita

Na visita gratuita

O que está por baixo?

Cortamos um pedaço pequeno do revestimento antigo, levantamo-⁠lo e mostramos-⁠lhe em fotografia o que lá está. Só há três respostas — e cada uma leva a uma obra diferente.

Cobertura plana de um prédio depois da chuva: ao fundo, à direita, a impermeabilização antiga escura e inteira; à frente, a pintura a descascar em placas; debaixo da máquina de ar condicionado, poças e manchas molhadas
Exemplo típico: imagem ilustrativa, não é de uma obra. Os círculos são esquemas do que costuma estar por baixo de cada zona.
Esquema

Está colado

A tela antiga ainda está bem colada

O que vemos
Por baixo da tinta gasta, a tela betuminosa está seca e agarrada à laje.
O que fazemos
Fica. Tiramos só o que está solto à volta, limpamos e aplicamos um primário próprio para base betuminosaDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer BMPonte de aderência sobre membrana betuminosa: aderência ≥ 2,5 N/mm² (EN 1542); consumo 70–⁠80 g/⁠m² sobre tela lisa e 90–⁠120 g/⁠m² sobre tela com acabamento mineral.Abrir a fonte (abre noutra janela); a membrana vai por cima. Menos entulho.

Entra primeiroNeopox® Primer BM

Foi o caso em três das nossas propostas para prédios no concelho: um terraço comum, uma pala e uma cobertura.

Esquema

Está solto

O revestimento descolou e a base desfaz-⁠se

O que vemos
O pedaço sai sem esforço. Por baixo, a superfície está em pó, com lascas da pintura antiga.
O que fazemos
Sai em toda a zona solta, até aparecer base firme. Reparamos com argamassa R4Dado verificadoNeotex — ficha técnica da Neorep® R4Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-⁠3); resistência à compressão ≥ 45 MPa aos 28 dias (EN 12190); consumo 1,75 kg/⁠m² por mm de espessura.Abrir a fonte (abre noutra janela) e só depois vêm o primário e a membrana. No orçamento fica escrito o que se remove.

Depois de removerNeorep® R4

Nos quatro prédios do concelho para os quais fizemos propostas em 2026, havia impermeabilização antiga descascada a remover.

Esquema

Há água

Há água presa por baixo da camada

O que vemos
À volta do corte, a laje está escura e molhada: a água entrou num ponto e espalhou-⁠se por baixo do revestimento.
O que fazemos
Abrimos a zona molhada, procuramos por onde entra a água e deixamos a base secar. O primário que usamos em betão adere em base húmida, mas não com água paradaDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer WSAderência ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia saturada de água; consumo 200–⁠300 g/⁠m² por camada; 24 h entre demãos a +25 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela). Pintar por cima, aqui, só fecha a água lá dentro.

Com a base sem água paradaNeopox® Primer WS

Depois de abrir

A obra, lata a lata

O que encontramos por baixo decide a primeira lata. Escolha a base e arraste de «antes» a «depois»: vê o que sai, o que fica e o que entra, pela ordem da obra, com os produtos das nossas propostas em Loures.

Tela antiga · coberturas e palas de prédio

  1. 00Antes

    Tinta por cima de tela, a descascar

    A tela betuminosa antiga levou tinta por cima. Onde descolou, fez bolha: a água entra por baixo da camada solta, fica presa e aparece no teto de baixo.

  2. 01Sai · fica

    O que descolou sai; a tela colada fica

    Removemos a impermeabilização descascada e levamos o entulho para destino autorizado. A tela que está bem colada fica: aspiramos e limpamos.

  3. 02Entra

    Fissuras e pontos baixos

    Neorep® R4

    Fissuras abertas e reparadas; numa cobertura, a zona onde a água ficava parada é regularizada para escoar.

    Classe
    R4 pela EN 1504-⁠3Dado verificadoNeotex — ficha técnica da Neorep® R4Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-⁠3); resistência à compressão ≥ 45 MPa aos 28 dias (EN 12190); consumo 1,75 kg/⁠m² por mm de espessura.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Compressão
    ≥ 45 MPa aos 28 dias

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  4. 03Entra

    Ponte de aderência sobre a tela

    Neopox® Primer BM

    Um primário epóxi próprio para base betuminosa: a membrana nova agarra à tela que ficou.

    Aderência
    ≥ 2,5 N/mm² sobre tela (EN 1542)Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer BMPonte de aderência sobre membrana betuminosa: aderência ≥ 2,5 N/mm² (EN 1542); consumo 70–⁠80 g/⁠m² sobre tela lisa e 90–⁠120 g/⁠m² sobre tela com acabamento mineral.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Consumo
    70–⁠120 g/⁠m², segundo o acabamento da tela

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  5. 04Entra

    Cantos, juntas e buracos

    Neotex® PU Joint

    Selados um a um, antes da membrana.

    Alongamento
    ≥ 500 % na rotura (ISO 8339)Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neotex® PU JointElongação à rotura ≥ 500 % (ISO 8339); marcação CE pela EN 15651-⁠1 (F-EXT-INT-CC 25LM); temperatura de serviço −35 °C a +90 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Serviço
    −35 °C a +90 °C

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  6. 05Entra

    Membrana contínua até aos guarda-fogos

    Neoproof® Polyurea R

    Poliureia aplicada a frio, em duas demãos, sem juntas nem sobreposições, do chão ao topo dos guarda-fogos.

    Nas propostas
    1,2–⁠1,5 kg/⁠m² em duas demãos
    Alongamento
    400 % na rotura (ASTM D412)Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neoproof® Polyurea RAlongamento na rutura 400 % (ASTM D412); serviço de −35 °C a +80 °C; marcação CE pela EN 1504-⁠2.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  7. 06Entra

    Verniz onde se anda

    Neodur® FT Elastic + Neotex® Antiskid M

    No terraço comum, verniz com aditivo antiderrapante por cima da membrana.

    Verniz
    300 g/⁠m² por demão; anda-⁠se 4 h depois, a +25 °CDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neodur® FT ElasticConsumo 300 g/⁠m² por camada; transitável 4 h depois e cura total para tráfego intenso em 24 h, a +25 °C e 50 % de humidade relativa.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Antiderrapante
    1,5–⁠2,5 % do peso do vernizDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neotex® Antiskid MAditivo antiderrapante de polietileno, partícula média 250–⁠300 μm, adicionado a 1,5–⁠2,5 % do peso do produto líquido; efeito antiderrapante médio.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    Ficha do FT Elastic PDF (abre noutra janela)Ficha do Antiskid M PDF (abre noutra janela)

Assim nas propostas para prédios em Loures, Moscavide e Santa Iria de Azóia (2026): terraço comum de 36,7 m², pala com paredes de 35 m², cobertura e guarda-fogos de 48 m².

Tijoleira · terraços de moradia

  1. 00Antes

    Tijoleira com juntas abertas

    Por baixo, uma impermeabilização antiga que já não segura. A água entra pelas juntas abertas e pelo rodapé, onde o chão encontra a parede.

  2. 01Sai · fica

    O rodapé sai; a tijoleira firme fica

    A tijoleira que está firme fica e é despolida, para a membrana agarrar. Sai o rodapé e a impermeabilização antiga que estiver solta.

  3. 02Entra

    Paredes na zona do rodapé

    Neorep® R4

    Onde estava o rodapé, a parede é reparada com argamassa R4; a betonilha, só onde é preciso.

    Classe
    R4 pela EN 1504-⁠3Dado verificadoNeotex — ficha técnica da Neorep® R4Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-⁠3); resistência à compressão ≥ 45 MPa aos 28 dias (EN 12190); consumo 1,75 kg/⁠m² por mm de espessura.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Compressão
    ≥ 45 MPa aos 28 dias

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  4. 03Entra

    Primário sobre a tijoleira despolida

    Neopox® Primer WS

    Primário epóxi em todo o terraço: é o que faz a membrana agarrar à tijoleira.

    Aderência
    ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia húmidaDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer WSAderência ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia saturada de água; consumo 200–⁠300 g/⁠m² por camada; 24 h entre demãos a +25 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Espera
    24 h entre demãos, a +25 °C

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  5. 04Entra

    Juntas e cantos

    Neotex® PU Joint

    As juntas abertas, os cantos e os buracos do terraço, selados antes da membrana.

    Alongamento
    ≥ 500 % na rotura (ISO 8339)Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neotex® PU JointElongação à rotura ≥ 500 % (ISO 8339); marcação CE pela EN 15651-⁠1 (F-EXT-INT-CC 25LM); temperatura de serviço −35 °C a +90 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Serviço
    −35 °C a +90 °C

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  6. 05Entra

    Membrana do chão à parede

    Neoproof® Polyurea R

    Duas demãos de poliureia, contínuas do chão até à parede, no lugar do rodapé.

    Nas propostas
    1,2–⁠1,5 kg/⁠m² em duas demãos
    Alongamento
    400 % na rotura (ASTM D412)Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neoproof® Polyurea RAlongamento na rutura 400 % (ASTM D412); serviço de −35 °C a +80 °C; marcação CE pela EN 1504-⁠2.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  7. 06Entra

    Verniz antiderrapante

    Neodur® FT Elastic + Neotex® Antiskid M

    Verniz com aditivo antiderrapante, para se andar no terraço sem escorregar.

    Verniz
    300 g/⁠m² por demão; anda-⁠se 4 h depois, a +25 °CDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neodur® FT ElasticConsumo 300 g/⁠m² por camada; transitável 4 h depois e cura total para tráfego intenso em 24 h, a +25 °C e 50 % de humidade relativa.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Antiderrapante
    1,5–⁠2,5 % do peso do vernizDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neotex® Antiskid MAditivo antiderrapante de polietileno, partícula média 250–⁠300 μm, adicionado a 1,5–⁠2,5 % do peso do produto líquido; efeito antiderrapante médio.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    Ficha do FT Elastic PDF (abre noutra janela)Ficha do Antiskid M PDF (abre noutra janela)

Assim nas propostas para moradias em Loures e em Lousa (2026): terraços de 48 e 53 m², sem levantar a tijoleira.

Betão ou pedra · caleiras, entradas, palas

  1. 00Antes

    Água parada, pedra gasta

    Numa caleira ou numa entrada de armazém, a água fica parada; a pedra está gasta, com buracos e juntas abertas.

  2. 01Sai · fica

    Lavagem a alta pressão

    Aqui não há tela a remover: a base fica. Lavamos a alta pressão e despolimos a pedra.

  3. 02Entra

    Buracos e fissuras

    Neorep® R4

    Reparações pontuais da pedra e da betonilha com argamassa R4.

    Classe
    R4 pela EN 1504-⁠3Dado verificadoNeotex — ficha técnica da Neorep® R4Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-⁠3); resistência à compressão ≥ 45 MPa aos 28 dias (EN 12190); consumo 1,75 kg/⁠m² por mm de espessura.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Compressão
    ≥ 45 MPa aos 28 dias

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  4. 03Entra

    Primário que aceita base húmida

    Neopox® Primer WS

    Numa caleira que nunca seca de todo, conta o primário que adere em base cimentícia húmida — sem água parada.

    Aderência
    ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia húmidaDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer WSAderência ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia saturada de água; consumo 200–⁠300 g/⁠m² por camada; 24 h entre demãos a +25 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Espera
    24 h entre demãos, a +25 °C

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  5. 04Entra

    Cantos e juntas

    Neotex® PU Joint

    Os cantos, as juntas e os buracos da entrada e da caleira; numa janela de armazém, só a junta.

    Alongamento
    ≥ 500 % na rotura (ISO 8339)Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neotex® PU JointElongação à rotura ≥ 500 % (ISO 8339); marcação CE pela EN 15651-⁠1 (F-EXT-INT-CC 25LM); temperatura de serviço −35 °C a +90 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela)
    Serviço
    −35 °C a +90 °C

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  6. 05Entra

    Membrana sem juntas na caleira

    Neoproof® Polyurea R

    Duas demãos de poliureia ao longo da caleira e da entrada, sem juntas.

    Nas propostas
    1,2–⁠1,5 kg/⁠m² em duas demãos
    Alongamento
    400 % na rotura (ASTM D412)Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neoproof® Polyurea RAlongamento na rutura 400 % (ASTM D412); serviço de −35 °C a +80 °C; marcação CE pela EN 1504-⁠2.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

  7. 06Entra

    Verniz com areia de quartzo

    Neodur® FT Elastic + areia de quartzo

    Na entrada do armazém, verniz com areia de quartzo por cima, para não escorregar.

    Verniz
    300 g/⁠m² por demão; anda-⁠se 4 h depois, a +25 °CDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neodur® FT ElasticConsumo 300 g/⁠m² por camada; transitável 4 h depois e cura total para tráfego intenso em 24 h, a +25 °C e 50 % de humidade relativa.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    Ficha técnica PDF (abre noutra janela)

Assim nas propostas para a entrada e a caleira de um armazém na Zona Industrial de Frielas (30 m²), uma pala em Santa Iria de Azóia e um terraço com betonilha nova em Montemor.

Esquema sem escala. Valores das fichas técnicas do fabricante, para as condições ali ensaiadas: são do produto, não da POM; os consumos «nas propostas» são os que orçamentámos. Se quiser cerâmica por cima, assentamos a que nos fornecer.

Obras realizadas em Loures

  • Terraço comum de condomínio · Loures · 2026

    Área
    36,7 m²
    Prazo previsto
    6 a 8 dias

    A impermeabilização antiga estava a descascar: removemos o que estava solto, reparámos as fissuras com argamassa R4 e, sobre a tela que ficou colada, aplicámos primário para base betuminosa, selagem dos cantos, membrana de poliureia em duas demãos e verniz antiderrapante.

  • Cobertura de prédio · Moscavide · 2026

    Área
    15 m²
    Prazo previsto
    2 a 3 dias

    Reparação das zonas com infiltração: removemos a impermeabilização descascada, selámos os pontos de entrada com mastique de poliuretano e aplicámos membrana de poliuretano com fibras nessas zonas.

  • Terraço de moradia · Loures · 2026

    Área
    48 m²
    Prazo previsto
    6 a 7 dias

    A tijoleira ficou no lugar: despolimos, retirámos a impermeabilização antiga, reparámos a betonilha com R4 e aplicámos primário, selagem, membrana de poliureia em duas demãos e verniz antiderrapante.

  • Terraço e piscina de moradia · Lousa · 2026

    Área
    53 m²
    Prazo previsto
    10 a 12 dias

    No terraço, a tijoleira ficou no lugar: rodapés retirados e paredes reparadas com R4, primário, selagem, membrana de poliureia e verniz antiderrapante. Na piscina (13 m²), revestimento antigo removido e betonilha nova com pendente para o escoamento.

Armazéns e pavilhões: a obra faz-⁠se nos pontos

Nas propostas que fizemos para armazéns e pavilhões — na Zona Industrial de Frielas e fora do concelho —, a água entrava pelos pontos — caleiras, claraboias, cumeeiras, janelas, a entrada —, não pela cobertura inteira. Tratar os pontos é mais rápido e a obra pode fazer-⁠se por zonas.

O que muda numa empresa

  • A obra combina-⁠se com o trabalho do armazém: por zonas e, em alguns casos, fora do horário de expediente.
  • Os trabalhos em altura — andaime ou escadote — ficam previstos e orçamentados na proposta.
  • Quando a chapa já não se salva, a solução é outra: substituir a cobertura por painel sandwich. Orçamentamo-⁠la à parte.
  • Fatura com o NIF da empresa e IVA a 23 %, dedutível nos termos gerais.

O que orçamentamos num armazém

Das nossas propostas de 2025 e 2026

  1. CaleirasLavagem a alta pressão, primário epóxi que adere em base húmida, selagem dos cantos e membrana de poliureia em duas demãos, sem juntas. De 40 a 120 m² de caleira por proposta.
  2. Juntas à volta das claraboiasSeladas com mastique de poliuretano e cobertas pela membrana: 44 metros de junta numa das propostas.
  3. CumeeirasAs juntas das cumeeiras e das claraboias, numa só proposta: 143 metros, com um prazo previsto de 2 a 3 semanas.
  4. Claraboias partidasPlacas de policarbonato novas, aparafusadas, com o perímetro selado e impermeabilizado: 16 e 28 m², 2 a 3 dias cada.
  5. JanelasA junta de uma janela de armazém selada com poliuretano: 3 metros, um dia, na Zona Industrial de Frielas.
  6. Entrada e caisPedra despolida e reparada com argamassa R4, membrana de poliureia e verniz com areia de quartzo, antiderrapante: 30 m² com a caleira, na Zona Industrial de Frielas.
  7. Preço depois da visitaNum armazém, cada ponto tem a sua linha, com a quantidade e o preço com IVA. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.

Quanto custa impermeabili­zar um terraço em Loures

Os preços são os mesmos em todos os concelhos onde trabalhamos. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/⁠m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² quando é preciso levantá-⁠lo. Em terraços mais pequenos o preço por m² é mais alto; a obra mínima é de 1 750 € com IVA. Em coberturas planas grandes, a partir de cerca de 500 m², a partir de 100 €/⁠m² com IVA. Num armazém — caleiras, claraboias, cumeeiras —, o preço fecha-⁠se depois da visita, ponto a ponto. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.

O que se remove e o que fica sai do pedaço que abrimos na visita — e fica escrito no orçamento.

Pedir visita gratuita
  • Por cima do pavimento existente

    a partir de110€/⁠m² com IVA*

    Preparação, ralos e remates, primário, selagem PU, membrana em 2 demãos e verniz antiderrapante.

  • Com levantamento do pavimento

    a partir de195€/⁠m² com IVA*

    O mesmo sistema, mais demolição, entulho e regularização da base. A colocação do pavimento novo orçamenta-⁠se à parte.

*Valores com IVA a 23 %, em áreas a partir de cerca de 100 m²; em áreas mais pequenas o preço por m² é mais alto. Em obras de reparação em habitação, parte do valor pode ter IVA a 6 % — nesse caso, o preço final é mais baixo. O preço exato fica no orçamento escrito, após a visita.

Como trabalhamos

  1. 1

    Visita de diagnóstico

    Gratuita. Vemos a superfície e o teto ou a parede por baixo, e fotografamos por onde entra a água.

  2. 2

    Orçamento escrito

    Até 5 dias úteis depois da visita (prédios: até 10), por pontos, com o que inclui e o que fica de fora.

  3. 3

    Obra com equipa própria

    Com tempo seco, fase a fase. Acompanha cada etapa, com fotografias, na página da sua obra no telemóvel. Se a obra pedir um especialista, dizemos-⁠lhe antes quem faz o quê.

  4. 4

    Garantia escrita

    Revemos a obra consigo e entregamos o termo de garantia: 5 anos no sistema de impermeabilização, sem prejuízo da garantia legal.

Peça uma visita ao seu terraço em Loures

Na visita, abrimos um pedaço do revestimento antigo e mostramos-⁠lhe em fotografia o que está por baixo. Depois enviamos um orçamento escrito, com o que inclui e o que fica de fora.

Pedido de orçamento

Diga-⁠nos onde é o problema e como o contactar. A visita e o orçamento escrito são gratuitos.

Como prefere começar?
Quem pede (opcional)

Para a assembleia, a proposta vem por pontos e por fases, com as fotografias do diagnóstico.

Ex.: 15 de janeiro.

O NIF da empresa só é preciso no orçamento.

Trabalhamos na Grande Lisboa e na Península de Setúbal; fora destes concelhos, em regra, não fazemos obras.

Quando prefere a visita? (opcional)

Confirmamos o dia e a hora por telefone.

Que dia?
Contacto

Indique o telefone, o email ou os dois.

De preferência com WhatsApp. Ex.: 912 345 678

Para lhe enviarmos a confirmação e o orçamento escrito.

Basta um valor aproximado. Se não souber, deixe em branco.

Ex.: mancha no teto da sala desde as últimas chuvas; tijoleira antiga. Não precisa de indicar a morada agora.

Leva cerca de 1 minuto. Entramos em contacto consigo rapidamente.

A Perspectivaominuto Unipessoal Lda (POM) é a responsável pelos dados deste formulário e usa-⁠os só para responder ao seu pedido e preparar o orçamento. Se não houver obra, apagamo-⁠los 24 meses após o último contacto. Pode pedir acesso, retificação ou apagamento para info@pom-lda.pt e reclamar à CNPD.

Saiba mais
Responsável
Perspectivaominuto Unipessoal Lda, NIPC 517158736, Rua Júlio Dinis, n.º 6, 1.º Dto., 2690-⁠286 Santa Iria de Azóia. info@pom-lda.pt
Finalidade e fundamento
Responder ao pedido, marcar a visita e preparar o orçamento — diligências pré-contratuais a seu pedido (RGPD, art. 6.º, n.º 1, al. b)).
Quem recebe
Os fornecedores que, por nossa conta, alojam o site, o email e o nosso sistema de pedidos; os serviços de mensagens que usar para falar connosco (por exemplo, o WhatsApp, da Meta); e serviços de inteligência artificial que nos ajudam a organizar o pedido e a preparar o orçamento. Alguns destes fornecedores podem tratar dados fora do Espaço Económico Europeu — nesse caso, com as garantias do RGPD (cláusulas contratuais-tipo ou Quadro de Privacidade de Dados UE-EUA). Não vendemos dados.
Prazo
24 meses após o último contacto, se não houver obra; havendo obra, os prazos legais (por exemplo, fiscais).
Direitos
Acesso, retificação, apagamento, limitação, oposição e portabilidade, através de info@pom-lda.pt. Reclamação: Comissão Nacional de Proteção de Dados — cnpd.pt.

Política de Privacidade

Prefere enviar fotografias?

Com estas quatro, damos-⁠lhe uma estimativa indicativa antes da visita:

  1. a zona inteira, tirada de um canto;
  2. os ralos, os rodapés ou as fissuras, de perto;
  3. o teto ou a parede com a mancha;
  4. a área aproximada, em m².
Cobertura plana impermeabilizada pela POM, com a membrana cinzenta contínua até à platibanda
A sua cobertura, seca e pronta a usarObra POM · cobertura plana

+351 964 085 834 (Chamada para rede móvel nacional)

Perguntas sobre terraços em Loures

Não encontrou a sua? Ligue +351 964 085 834 ou escreva por WhatsApp.

Em resumo. A POM (Perspectivaominuto Unipessoal Lda, alvará IMPIC 108786-⁠PAR) impermeabiliza terraços no concelho de Loures, a partir da sede em Loures. Preço a partir de 110 €/⁠m² com IVA por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; obra mínima 1 750 € com IVA. 4 obras realizadas no concelho. Visita de diagnóstico e orçamento escrito gratuitos; garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.

A POM é de Loures?

Sim. A sede é em Santa Iria de Azóia, no concelho, e a equipa sai daqui para as obras. A visita de diagnóstico é gratuita e marcamos o dia consigo. Por estarmos perto, é fácil voltar para ver o terraço depois de uma chuvada forte ou acompanhar a obra de perto.

É um condomínio em Sacavém ou Moscavide. Como funciona a proposta?

A administração recebe o relatório do diagnóstico, com fotografias, e uma proposta por pontos — cobertura, pala, guarda-fogos, terraço —, cada um com a quantidade e o preço com IVA, para a assembleia comparar e aprovar. A obra pode começar pela zona por onde entra a água. Num prédio, enviamos o orçamento até 10 dias úteis depois da visita. Fatura com o NIF do condomínio.

Fazem impermeabilização de palas?

Sim. Numa pala, a impermeabilização antiga que descascou sai, as paredes e o teto da pala são reparados quando é preciso, e a membrana vai por cima, contínua até às paredes. Em 2026 fizemos propostas para palas em Moscavide e em Santa Iria de Azóia, de 5 a 35 m².

Há painéis solares na cobertura do prédio. Como fazem?

Os painéis e as fixações saem da zona de trabalho antes de começarmos; isso fica previsto na proposta, com o preço. Combine com o técnico do sistema solar quem desliga e volta a ligar a instalação. As fixações que atravessam a cobertura são seladas antes da membrana.

Somos uma empresa. Podem trabalhar fora do horário de expediente?

Em alguns casos, sim: os trabalhos com ruído ou que fecham a passagem podem ficar para depois do expediente ou para o fim de semana, e a obra pode fazer-⁠se por zonas. Fica escrito na proposta. A fatura sai com o NIF da empresa e IVA a 23 %, dedutível nos termos gerais; em obras de reparação em habitações, parte da mão de obra pode ter IVA a 6 %, e a taxa de cada linha vem no orçamento.

Tenho uma moradia com terraço e piscina. Fazem as duas coisas?

Sim. Em 2026 fizemos uma proposta em Lousa para um terraço de 53 m² e uma piscina de 13 m², na mesma obra: no terraço, a membrana por cima da tijoleira, com o rodapé refeito; na piscina, betonilha nova com pendente e membrana. Ficam em linhas separadas no orçamento.

Quanto custa impermeabilizar um terraço em Loures?

Os mesmos preços que em Lisboa ou Oeiras. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/⁠m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² com levantamento; em áreas mais pequenas o m² é mais alto e a obra mínima é de 1 750 € com IVA. O valor exato fica no orçamento escrito, depois da visita. O que entra em cada preço: preços da impermeabilização de terraços.

Porque abrem um pedaço na visita?

Porque de cima não se vê se a impermeabilização antiga ainda está colada. Cortamos um pedaço pequeno, levantamo-⁠lo e mostramos-⁠lhe em fotografia o que está por baixo. Se a camada antiga está bem colada, fica e aplicamos por cima; se está solta, sai; se há água presa, abrimos a zona e deixamos secar antes da membrana. Muitas vezes, a água voltou a entrar porque a camada nova foi aplicada por cima de uma antiga já solta. No fim da visita, fechamos o corte provisoriamente. A visita é gratuita. Como o fazemos, camada a camada: sistema de impermeabilização de terraços.

Onde trabalhamos no concelho de Loures

  • Loures
  • Sacavém
  • Prior Velho
  • Moscavide
  • Portela
  • Santa Iria de Azóia
  • São João da Talha
  • Bobadela
  • Camarate
  • Unhos
  • Apelação
  • Santo António dos Cavaleiros
  • Frielas
  • Santo Antão do Tojal
  • São Julião do Tojal
  • Infantado
  • Montemor
  • Bucelas
  • Fanhões
  • Lousa

Nas dez freguesias do concelho, a partir da nossa sede em Santa Iria de Azóia. A visita é gratuita e marcamos o dia consigo.

Fontes dos números

  1. INE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482) — Loures: 31 353 edifícios; 41,3 % de 1961–⁠1980 (Lisboa 21,3 %, país 27,1 %); 60,4 % anteriores a 1981. UF Camarate, Unhos e Apelação: 59,9 % de 1961–⁠1980. UF Moscavide e Portela: 52,5 % com necessidade de reparação (no concelho, 34,5 %). fonte (abre noutra janela)
  2. INE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495) — Loures: 97 848 alojamentos; 79,8 % em edifícios com 2 ou mais alojamentos; 20,2 % em edifícios de um só alojamento. Em edifícios de um só alojamento: Fanhões 80,3 %, Lousa 75,9 %, Bucelas 72,3 %. fonte (abre noutra janela)
  3. MARL — Mercado Abastecedor da Região de Lisboa — Em São Julião do Tojal (Loures): 101 hectares; 680 operadores (2025); abastece 2,9 milhões de habitantes da Área Metropolitana de Lisboa. fonte (abre noutra janela)
  4. Neotex — ficha técnica do Neopox® Primer BM — Ponte de aderência sobre membrana betuminosa: aderência ≥ 2,5 N/mm² (EN 1542); consumo 70–⁠80 g/⁠m² sobre tela lisa e 90–⁠120 g/⁠m² sobre tela com acabamento mineral. fonte (abre noutra janela)
  5. Neotex — ficha técnica da Neorep® R4 — Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-⁠3); resistência à compressão ≥ 45 MPa aos 28 dias (EN 12190); consumo 1,75 kg/⁠m² por mm de espessura. fonte (abre noutra janela)
  6. Neotex — ficha técnica do Neopox® Primer WS — Aderência ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia saturada de água; consumo 200–⁠300 g/⁠m² por camada; 24 h entre demãos a +25 °C. fonte (abre noutra janela)
  7. Neotex — ficha técnica do Neotex® PU Joint — Elongação à rotura ≥ 500 % (ISO 8339); marcação CE pela EN 15651-⁠1 (F-EXT-INT-CC 25LM); temperatura de serviço −35 °C a +90 °C. fonte (abre noutra janela)
  8. Neotex — ficha técnica do Neoproof® Polyurea R — Alongamento na rutura 400 % (ASTM D412); serviço de −35 °C a +80 °C; marcação CE pela EN 1504-⁠2. fonte (abre noutra janela)
  9. Neotex — ficha técnica do Neodur® FT Elastic — Consumo 300 g/⁠m² por camada; transitável 4 h depois e cura total para tráfego intenso em 24 h, a +25 °C e 50 % de humidade relativa. fonte (abre noutra janela)
  10. Neotex — ficha técnica do Neotex® Antiskid M — Aditivo antiderrapante de polietileno, partícula média 250–⁠300 μm, adicionado a 1,5–⁠2,5 % do peso do produto líquido; efeito antiderrapante médio. fonte (abre noutra janela)

Já foi impermeabili­zado e voltou a entrar água? Na visita, abrimos um pedaço e mostramos-⁠lhe o que está por baixo.

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