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Vista do Castelo dos Mouros, na serra de Sintra: as muralhas em primeiro plano, a vila e os prédios em baixo e a planície da linha até ao horizonte

Impermeabili­zação de terraços em Sintra

Na linha de Sintra, a água entra pelo rodapé e pelo ralo do terraço; na serra, pelo telhado antigo, junto à chaminé. Mostramos-⁠lhe o ponto em fotografia e, se a tijoleira estiver firme, impermeabilizamos por cima dela.

Sem partir a tijoleira: rodapé refeito e membrana por cima

Pedir visita gratuita ou envie fotografias por WhatsApp We speak English — by WhatsApp and email.
Terraço pequeno no último andar de um prédio dos anos 80, depois da chuva: o rodapé cerâmico partido e descolado ao longo do muro, com manchas escuras por cima, e o ralo com a argamassa à volta rachada e água parada; prédios da linha e a serra ao fundo
Exemplo típico: o rodapé partido e o ralo que já não veda

O terraço é pequeno. A água passa pelo rodapé e pelo ralo.

Em 2026 pediram-⁠nos os terraços de cinco prédios do concelho: em Queluz, em Mem Martins e três na Rinchoa. Tinham de 10 a 35 m², e em todos o orçamento começava pelo rodapé: sai o rodapé cerâmico, o pé da parede é reparado com argamassa R4 e o canto é selado. Nos três prédios da Rinchoa, os ralos eram para trocar. É nestes dois sítios que o terraço deixa de ser uma peça só, e é por eles que a água desce até ao teto do último andar.

Em nenhum o orçamento previa partir o chão: a tijoleira estava firme e, despolida, leva o primário e a membrana por cima, sem juntas, até ao pé da parede onde estava o rodapé. Na visita gratuita fotografamos o rodapé, o ralo e a mancha no teto de baixo, e o orçamento escrito explica cada linha com essas fotografias.

Terraço, cobertura ou moradia: onde procuramos a água

Terraço pequeno de um prédio da linha depois da chuva: tijoleira inteira, rodapé cerâmico rachado e descolado ao longo dos muros, ralo com a argamassa partida à volta e mancha escura junto à soleira da porta
Exemplo típico, imagem ilustrativa

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. O rodapé, onde o chão encontra o muro
  2. O ralo, com a argamassa partida à volta
  3. A soleira da porta para o terraço

Terraço pequeno por cima do último andar

Queluz, Massamá, Agualva-Cacém, Rio de Mouro, Rinchoa, Mem Martins

«A mancha está no teto e o terraço é do vizinho de cima. Quem paga?»

Condóminos do último andar e administrações

Prédios dos anos 60 a 90, com tijoleira no chão e rodapé cerâmico colado à parede. A água passa por trás do rodapé e pela junta do ralo e só aparece no teto de baixo. O chão fica: despolimos a tijoleira, refazemos o pé da parede e trocamos os ralos que já não vedam.

O que fazemos

  • Rodapé cerâmico retirado e pé da parede reparado com argamassa R4
  • Ralos substituídos; cantos, juntas e buracos selados com poliuretano
  • Tijoleira despolida, primário, membrana de poliureia em duas demãos e verniz antiderrapante
Rinchoa e Mem Martins: terraços de 10 a 35 m² Tenho este caso — pedir visita
Cobertura de telha de um prédio da linha depois da chuva: a caleira de betão entre as telhas e o guarda-fogo, com a pintura impermeabilizante antiga a descascar, água parada e folhas; ao fundo, a chaminé de tijolo com a argamassa rachada no encontro com o telhado
Exemplo típico, imagem ilustrativa

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. O fundo da caleira, onde a água fica parada
  2. O pé do guarda-fogo, sob a camada que descasca
  3. O pé da chaminé, onde a argamassa rachou

Caleiras e guarda-fogos da cobertura

Rio de Mouro, Queluz, Agualva-Cacém, Algueirão-Mem Martins

«A assembleia aprovou a obra, mas continua a chover no último andar.»

Administrações de condomínio

Muitos prédios da linha têm telhado de telha, com caleiras e guarda-fogos de betão à volta. Nas coberturas de prédio que nos pediram em Rio de Mouro e em Queluz, a impermeabilização antiga das caleiras estava descascada. A água corre por baixo da camada solta e entra pelo guarda-fogo, longe do sítio onde aparece a mancha.

O que fazemos

  • Caleiras e guarda-fogos limpos e secos antes de qualquer camada
  • Camada antiga solta removida; primário para base betuminosa e membrana de poliureia
  • Remates à volta das chaminés com selante de poliuretano e membrana de poliureia
Rio de Mouro: caleiras e guarda-fogos, 79,5 m² Tenho este caso — pedir visita
Telhado de telha de uma moradia antiga na serra de Sintra, com nevoeiro na mata ao fundo: telhas com musgo e líquenes, a base da chaminé branca com o reboco a descascar, uma telha partida junto à cumeeira e a mancha negra de humidade na parede onde o telhado encosta
Exemplo típico, imagem ilustrativa

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. O pé da chaminé, onde o reboco descasca
  2. Onde o telhado encosta à parede
  3. A telha partida, por onde a água passa

Moradia antiga, na serra ou no campo

Sintra, São Pedro de Sintra, Colares, Almargem do Bispo, São João das Lampas

«Não sei se é humidade ou infiltração. Aparece sempre junto à chaminé.»

Proprietários de moradias e quintas

Longe da linha, Sintra é de moradias, muitas com telhado de telha sobre forro de madeira. Nas moradias que nos pediram na vila de Sintra, em Colares e em Almargem do Bispo, os pedidos eram onde o telhado encontra a parede e a chaminé, numa camada antiga que já descascava ou no telhado inteiro.

O que fazemos

  • Remates com as paredes e as chaminés impermeabilizados com membrana de poliuretano com fibras
  • Telhas partidas substituídas e o forro de madeira tratado por dentro
  • Quando o telhado já não se salva, a substituição orçamenta-⁠se à parte
Colares: telhado de moradia, 15 m² Tenho este caso — pedir visita

Duas Sintras: prédios na linha, moradias na serra

Mora num último andar em Queluz, Massamá, no Cacém ou em Mem Martins? Então está na Sintra dos prédios. O concelho é o segundo mais populoso do paísDado verificadoINE — Censos 2021, população residente por local de residência (indicador 0011609)Sintra: 385 606 residentes, o segundo concelho do país, depois de Lisboa (545 796).Abrir a fonte (abre noutra janela) e tem mais edifícios do que LisboaDado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482)Sintra: 57 759 edifícios (Lisboa: 49 223); 34,4 % de 1961–⁠1980 e 33,2 % de 1981–⁠2000. UF Agualva e Mira-Sintra: 59,9 % de 1961–⁠1980. UF Massamá e Monte Abraão: 51,0 % de 1981–⁠2000.Abrir a fonte (abre noutra janela), mas metade das casas fica em prédios com 10 ou mais frações — em Massamá e Monte Abraão, quase nove em cada dezDado verificadoINE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495)Sintra: 184 095 alojamentos; 51,4 % em edifícios com 10 ou mais. UF Massamá e Monte Abraão: 87,0 % em edifícios com 10 ou mais. Em edifícios de um só alojamento: UF São João das Lampas e Terrugem 88,2 %, Colares 74,8 %. Residência secundária em Colares: 34,8 %.Abrir a fonte (abre noutra janela). Num prédio assim, o terraço por cima de si é, em regra, de todos: a mancha no seu teto é um assunto do condomínio, não só seu.

Se o prédio fica em Agualva ou Mira-Sintra, o mais provável é ter entre 45 e 65 anos: 60 % dos edifícios foram construídos entre 1961 e 1980. Em Massamá e Monte Abraão, metade é de 1981 a 2000Dado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482)Sintra: 57 759 edifícios (Lisboa: 49 223); 34,4 % de 1961–⁠1980 e 33,2 % de 1981–⁠2000. UF Agualva e Mira-Sintra: 59,9 % de 1961–⁠1980. UF Massamá e Monte Abraão: 51,0 % de 1981–⁠2000.Abrir a fonte (abre noutra janela). Os terraços que nos pediram na linha tinham todos o mesmo ponto fraco — o rodapé, e muitas vezes o ralo — com o chão ainda firme.

Tem casa em Colares, na Praia das Maçãs ou em São João das Lampas? Aí, a casa é outra. Em Colares, três em cada quatro casas são moradias e mais de uma em cada três é segunda habitação; em São João das Lampas e Terrugem, quase nove em cada dez são moradiasDado verificadoINE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495)Sintra: 184 095 alojamentos; 51,4 % em edifícios com 10 ou mais. UF Massamá e Monte Abraão: 87,0 % em edifícios com 10 ou mais. Em edifícios de um só alojamento: UF São João das Lampas e Terrugem 88,2 %, Colares 74,8 %. Residência secundária em Colares: 34,8 %.Abrir a fonte (abre noutra janela). É a casa onde se chega ao fim de semana e se dá com a mancha depois de semanas de chuva. Desse lado, o que nos pedem é o telhado: remates, chaminés, telhas partidas.

E na serra chove mais: nas médias de 1941–⁠1970, 1 023 mm por ano na Pena e 982 mm na vila, contra 731 mm em Lisboa — entre um terço e 40 % a mais; em Queluz, 838 mmDado verificadoISA / Universidade de Lisboa — texto de apoio «Sintra», Quadro 1 (médias de 1941–⁠70)Precipitação anual: Sintra/Pena 1 023,2 mm; Sintra/Vila 982,0 mm; Queluz 837,5 mm; Lisboa/Ajuda 731,3 mm. Valores antigos, não são as normais atuais do IPMA.Abrir a fonte (abre noutra janela). Num telhado antigo, cada telha partida e cada remate ficam molhados mais tempo, e é por aí que a água encontra caminho.

O que fazemos em Sintra

A visita começa pelo teto de baixo: vemos onde está a mancha e procuramos o que lhe fica por cima — rodapé, ralo, soleira, canto. Se a tijoleira do terraço estiver firme, fica no lugar: despolimo-⁠la, aplicamos o primário epóxi, selamos cantos e juntas com mastique de poliuretano e aplicamos a membrana de poliureia em duas demãos, com verniz antiderrapante por cima. Se quiser cerâmica nova por cima da membrana, assentamos a que nos fornecer.

O rodapé cerâmico sai e o pé da parede é reparado com argamassa R4 antes da membrana. Os ralos partidos ou que já não vedam são substituídos.

A equipa é nossa e sai de Santa Iria de Azóia, para a linha e para a serra. Num prédio, o acesso ao terraço combina-⁠se com a administração e com o vizinho do último andar. Nada que não esteja no orçamento escrito se faz sem uma linha nova, com preço, aprovada por si.

NeotexFabricante grego de sistemas para a construção, desde 1959

O que vai para um terraço em Sintra

Os produtos Neotex dos seis pedidos de impermeabilização de 2026 no concelho, camada a camada, de baixo para cima, pela ordem em que se aplicam. Cada anel tem um traço por pedido.

  1. 5 de 6 pedidos

    Neorep® R4

    Argamassa de reparação: refaz o pé da parede onde estava o rodapé e fecha fissuras.

  2. 6 de 6 pedidos

    Neopox® Primer WS

    Primário: faz a membrana aderir à tijoleira e ao betão.

  3. 6 de 6 pedidos

    Neotex® PU Joint

    Selante elástico: ralos, cantos e juntas fechados um a um, antes da membrana.

  4. 5 de 6 pedidos

    Neoproof® Polyurea R

    A membrana: poliureia em duas demãos, contínua, sem juntas, até ao pé da parede.

  5. 3 de 6 pedidos

    Neodur® FT Elastic

    Verniz por cima da membrana, nos terraços onde se anda: protege-⁠a do sol e do uso.

  6. 3 de 6 pedidos

    Neotex® Antiskid M

    Misturado na última demão do verniz: o chão fica antiderrapante por igual.

Nas caleiras e coberturas com tela antiga entrou também o Neopox® Primer BM (2 pedidos), e, nos remates, o Neoproof® PU Fiber (1). Neotex® e os nomes dos produtos são marcas registadas da Neotex S.A. Fichas técnicas de cada produto

Terraços e coberturas que nos pediram em Sintra

  • Terraço de prédio · Rinchoa · 2026

    Área
    14 m²
    Prazo previsto
    5 a 7 dias

    Rodapé cerâmico retirado e pé da parede reparado com argamassa R4. Ralos novos, juntas e cantos selados com poliuretano, membrana de poliureia em duas demãos e verniz antiderrapante por cima da tijoleira.

  • Terraço de prédio · Rinchoa · 2026

    Área
    10 m²
    Prazo previsto
    5 a 7 dias

    O mesmo sistema num terraço mais pequeno, noutro prédio da Rinchoa: rodapé fora, ralo trocado, poliureia e verniz antiderrapante. O chão fica no lugar.

  • Terraço de prédio · Algueirão-Mem Martins · 2026

    Área
    35 m²
    Prazo previsto
    6 a 8 dias

    Rodapé retirado e parede reparada com R4; primário epóxi, juntas de poliuretano, membrana de poliureia e acabamento antiderrapante por cima da tijoleira existente.

  • Terraço e caleiras de prédio · Queluz · 2026

    Área
    18 m²
    Prazo previsto
    8 a 10 dias

    Terraço de 18 m² com rodapé refeito, mais 45,5 m de caleiras e 13 m de cumeeiras: base reparada com argamassa, primário, juntas seladas e membrana de poliureia; remates com poliuretano com fibras.

  • Cobertura de prédio · Rio de Mouro · 2026

    Área
    79,5 m²
    Prazo previsto
    6 a 8 dias

    Caleiras e guarda-fogos da cobertura, com primário para base betuminosa e membrana de poliureia; 12 m de remates à volta das chaminés.

  • Telhado de moradia · Colares · 2026

    Área
    15 m²
    Prazo previsto
    4 a 5 dias

    Impermeabilização de 15 m² de telhado: base reparada com argamassa, primário epóxi e juntas seladas com mastique de poliuretano.

  • Substituição de cobertura · Concelho de Sintra · 2026

    Área
    475 m²
    Prazo previsto
    2 a 3 semanas

    Telhado antigo de um edifício a substituir por painel sandwich: demolição, verificação das vigas, painéis novos, cumeeiras e remates com as paredes impermeabilizados.

Quanto custa impermeabili­zar um terraço em Sintra

O preço por m² é o mesmo em todos os concelhos onde trabalhamos. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/⁠m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² quando é preciso levantá-⁠lo. Os terraços das nossas propostas na linha de Sintra tinham de 10 a 35 m²: nesse tamanho, o m² sai mais caro e a obra mínima é de 1 750 € com IVA. A preparação — rodapé, ralos, reparação da parede — vem descrita no orçamento escrito, que recebe depois da visita. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.

Terraço de 10 a 35 m²: obra mínima de 1 750 € com IVA. O valor certo vem no orçamento escrito, depois da visita gratuita.

Pedir orçamento escrito
  • Por cima do pavimento existente

    a partir de110€/⁠m² com IVA*

    Preparação, ralos e remates, primário, selagem PU, membrana em 2 demãos e verniz antiderrapante.

  • Com levantamento do pavimento

    a partir de195€/⁠m² com IVA*

    O mesmo sistema, mais demolição, entulho e regularização da base. A colocação do pavimento novo orçamenta-⁠se à parte.

*Valores com IVA a 23 %, em áreas a partir de cerca de 100 m²; em áreas mais pequenas o preço por m² é mais alto. Em obras de reparação em habitação, parte do valor pode ter IVA a 6 % — nesse caso, o preço final é mais baixo. O preço exato fica no orçamento escrito, após a visita.

Como trabalhamos

  1. 1

    Visita de diagnóstico

    Gratuita. Vemos a superfície e o teto ou a parede por baixo, e fotografamos por onde entra a água.

  2. 2

    Orçamento escrito

    Até 5 dias úteis depois da visita (prédios: até 10), por pontos, com o que inclui e o que fica de fora.

  3. 3

    Obra com equipa própria

    Com tempo seco, fase a fase. Acompanha cada etapa, com fotografias, na página da sua obra no telemóvel. Se a obra pedir um especialista, dizemos-⁠lhe antes quem faz o quê.

  4. 4

    Garantia escrita

    Revemos a obra consigo e entregamos o termo de garantia: 5 anos no sistema de impermeabilização, sem prejuízo da garantia legal.

Peça uma visita ao seu terraço em Sintra

Vemos o terraço em Sintra, mostramos-⁠lhe em fotografia por onde entra a água e enviamos um orçamento escrito, com o que inclui e o que fica de fora.

Pedido de orçamento

Diga-⁠nos onde é o problema e como o contactar. A visita e o orçamento escrito são gratuitos.

Como prefere começar?
Quem pede (opcional)

Para a assembleia, a proposta vem por pontos e por fases, com as fotografias do diagnóstico.

Ex.: 15 de janeiro.

O NIF da empresa só é preciso no orçamento.

Trabalhamos na Grande Lisboa e na Península de Setúbal; fora destes concelhos, em regra, não fazemos obras.

Quando prefere a visita? (opcional)

Confirmamos o dia e a hora por telefone.

Que dia?
Contacto

Indique o telefone, o email ou os dois.

De preferência com WhatsApp. Ex.: 912 345 678

Para lhe enviarmos a confirmação e o orçamento escrito.

Basta um valor aproximado. Se não souber, deixe em branco.

Ex.: mancha no teto da sala desde as últimas chuvas; tijoleira antiga. Não precisa de indicar a morada agora.

Leva cerca de 1 minuto. Entramos em contacto consigo rapidamente.

A Perspectivaominuto Unipessoal Lda (POM) é a responsável pelos dados deste formulário e usa-⁠os só para responder ao seu pedido e preparar o orçamento. Se não houver obra, apagamo-⁠los 24 meses após o último contacto. Pode pedir acesso, retificação ou apagamento para info@pom-lda.pt e reclamar à CNPD.

Saiba mais
Responsável
Perspectivaominuto Unipessoal Lda, NIPC 517158736, Rua Júlio Dinis, n.º 6, 1.º Dto., 2690-⁠286 Santa Iria de Azóia. info@pom-lda.pt
Finalidade e fundamento
Responder ao pedido, marcar a visita e preparar o orçamento — diligências pré-contratuais a seu pedido (RGPD, art. 6.º, n.º 1, al. b)).
Quem recebe
Os fornecedores que, por nossa conta, alojam o site, o email e o nosso sistema de pedidos; os serviços de mensagens que usar para falar connosco (por exemplo, o WhatsApp, da Meta); e serviços de inteligência artificial que nos ajudam a organizar o pedido e a preparar o orçamento. Alguns destes fornecedores podem tratar dados fora do Espaço Económico Europeu — nesse caso, com as garantias do RGPD (cláusulas contratuais-tipo ou Quadro de Privacidade de Dados UE-EUA). Não vendemos dados.
Prazo
24 meses após o último contacto, se não houver obra; havendo obra, os prazos legais (por exemplo, fiscais).
Direitos
Acesso, retificação, apagamento, limitação, oposição e portabilidade, através de info@pom-lda.pt. Reclamação: Comissão Nacional de Proteção de Dados — cnpd.pt.

Política de Privacidade

Prefere enviar fotografias?

Com estas quatro, damos-⁠lhe uma estimativa indicativa antes da visita:

  1. a zona inteira, tirada de um canto;
  2. os ralos, os rodapés ou as fissuras, de perto;
  3. o teto ou a parede com a mancha;
  4. a área aproximada, em m².
Terraço de prédio impermeabilizado pela POM, com a membrana cinzenta contínua até às soleiras das portas e ao muro
O seu terraço, seco e pronto a usarObra POM · terraço de prédio

+351 964 085 834 (Chamada para rede móvel nacional)

Perguntas sobre terraços em Sintra

Não encontrou a sua? Ligue +351 964 085 834 ou escreva por WhatsApp.

Em resumo. A POM (Perspectivaominuto Unipessoal Lda, alvará IMPIC 108786-⁠PAR) impermeabiliza terraços no concelho de Sintra, a partir da sede em Loures. Preço a partir de 110 €/⁠m² com IVA por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; obra mínima 1 750 € com IVA. 7 terraços e coberturas em Sintra em 2026. Visita de diagnóstico e orçamento escrito gratuitos; garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.

Moro num último andar em Queluz ou no Cacém e o terraço é pequeno. Vale a pena chamar uma empresa?

Vale começar por saber de onde vem a água. A visita é gratuita — é a peritagem da infiltração — e, num terraço pequeno, vê-⁠se tudo de uma vez: o rodapé, o ralo, a soleira e o teto de baixo. Se o problema estiver num só ponto, dizemos-⁠lho. O orçamento chega por escrito, com o que inclui e o que fica de fora.

O terraço é só meu, mas é a cobertura do prédio. Quem paga a impermeabilização?

Em regra, o terraço de cobertura é parte comum, mesmo quando só uma fração o usa (Código Civil, artigo 1421.º). Os tribunais têm separado duas coisas: a impermeabilização, que protege o prédio, é paga por todos os condóminos, na proporção da permilagem; o desgaste do pavimento pelo uso fica, em regra, para quem usa o terraço. A jurisprudência não é toda igual: confirme no título constitutivo e no regulamento do condomínio. O orçamento escrito vem com as linhas separadas e as fotografias da visita, para a administração levar à assembleia.

Está a entrar água e a assembleia ainda não reuniu. Tem de se esperar?

Nem sempre. Desde 2022, o Código Civil chama indispensáveis e urgentes às reparações nas partes comuns que eliminam, a curto prazo, problemas que possam causar ou agravar danos (artigo 1427.º, na redação da Lei 8/2022); em regra, o administrador deve tratar delas e, na sua falta ou impedimento, qualquer condómino pode avançar. Fazemos a visita gratuita e enviamos o orçamento com as fotografias, para a administração decidir depressa.

Trocam também os ralos?

Sim, quando estão partidos ou já não vedam. Nos três prédios da Rinchoa que nos pediram em 2026, os ralos novos estavam no orçamento. A ligação de cada ralo ao pavimento é selada com mastique de poliuretano antes da membrana.

É uma casa de férias em Colares ou na Praia das Maçãs. Podem fazer a obra sem estarmos lá?

Sim. Combinamos o acesso consigo — a chave com um vizinho ou com quem cuida da casa — e publicamos as fotografias de cada fase na página da sua obra, que abre no telemóvel. No fim, vê o resultado antes de pagar a última parte.

Tenho uma moradia antiga perto da serra, com telhado sobre madeira. Fazem telhados?

Sim. Em 2026 pediram-⁠nos, na vila de Sintra, a substituição de um telhado de 100 a 170 m², conforme a parte a trocar, com subtelha e o forro de madeira tratado, e noutras casas só os remates com as paredes e as chaminés. Mais sobre o serviço: reparação de telhados.

Quanto custa impermeabilizar um terraço em Sintra?

Com IVA, a partir de 110 €/⁠m² por cima do pavimento e de 195 €/⁠m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; abaixo disso, o m² é mais alto. O valor certo vem no orçamento escrito, depois da visita. O que entra em cada preço: preços da impermeabilização de terraços.

Na internet vejo 45 a 60 €/⁠m². Porque é que um terraço pequeno sai mais caro?

Esses valores são médias de plataformas de orçamentos (Habitissimo, 2026), para áreas maiores, e nem sempre dizem se incluem IVA, preparação ou garantia. Num terraço de 10 a 35 m², a preparação — rodapé, ralos, cantos — pesa mais em cada metro quadrado, e há uma obra mínima de 1 750 € com IVA. No nosso orçamento escrito, cada linha vem separada e com o preço com IVA.

É humidade ou infiltração?

A condensação aparece nas paredes frias e nos cantos, em casas pouco arejadas, e piora no inverno mesmo sem chuva. A infiltração aparece depois de chover, no teto por baixo do terraço ou junto à chaminé, e deixa uma mancha com contorno. Na visita vemos qual é; se não for caso de impermeabilização, dizemos-⁠lho.

A casa fica na serra, perto do centro histórico. Preciso de licença?

Em regra, não para impermeabilizar: reparar a cobertura sem mudar a forma, a cor ou os materiais à vista é uma obra de conservação, isenta de controlo prévio (Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, com o Simplex de 2024). Na Paisagem Cultural de Sintra e nas zonas de proteção dos monumentos, confirme sempre antes com a Câmara Municipal de Sintra — sobretudo se a obra mudar o aspeto do telhado ou precisar de andaime na via pública.

Quanto tempo fica o terraço em obra?

Num terraço de 10 a 35 m², por cima da tijoleira, o prazo previsto nas nossas propostas em Sintra foi de 5 a 8 dias. Cada camada precisa de tempo seco, por isso uma semana de chuva empurra a data; avisamos antes.

E se a água voltar?

Garantia escrita de 5 anos no sistema de impermeabilização, sem prejuízo da garantia legal. O termo diz o que está coberto e como acioná-⁠la; se a água voltar por defeito da obra, voltamos e corrigimos.

Onde trabalhamos no concelho de Sintra

  • Queluz
  • Belas
  • Massamá
  • Monte Abraão
  • Agualva
  • Mira-Sintra
  • Cacém
  • São Marcos
  • Rio de Mouro
  • Rinchoa
  • Algueirão
  • Mem Martins
  • Tapada das Mercês
  • Casal de Cambra
  • Vila de Sintra
  • São Pedro de Sintra
  • Colares
  • Praia das Maçãs
  • Almargem do Bispo
  • Pêro Pinheiro
  • Montelavar
  • São João das Lampas
  • Terrugem

Nas onze freguesias do concelho, da linha à serra. A visita é gratuita e marcamos o dia consigo.

Fontes dos números

  1. INE — Censos 2021, população residente por local de residência (indicador 0011609) — Sintra: 385 606 residentes, o segundo concelho do país, depois de Lisboa (545 796). fonte (abre noutra janela)
  2. INE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482) — Sintra: 57 759 edifícios (Lisboa: 49 223); 34,4 % de 1961–⁠1980 e 33,2 % de 1981–⁠2000. UF Agualva e Mira-Sintra: 59,9 % de 1961–⁠1980. UF Massamá e Monte Abraão: 51,0 % de 1981–⁠2000. fonte (abre noutra janela)
  3. INE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495) — Sintra: 184 095 alojamentos; 51,4 % em edifícios com 10 ou mais. UF Massamá e Monte Abraão: 87,0 % em edifícios com 10 ou mais. Em edifícios de um só alojamento: UF São João das Lampas e Terrugem 88,2 %, Colares 74,8 %. Residência secundária em Colares: 34,8 %. fonte (abre noutra janela)
  4. ISA / Universidade de Lisboa — texto de apoio «Sintra», Quadro 1 (médias de 1941–⁠70) — Precipitação anual: Sintra/Pena 1 023,2 mm; Sintra/Vila 982,0 mm; Queluz 837,5 mm; Lisboa/Ajuda 731,3 mm. Valores antigos, não são as normais atuais do IPMA. fonte (abre noutra janela)

Terraço em Sintra com infiltrações? Vemos o terraço e dizemos-⁠lhe por onde entra a água.

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