Na linha de Sintra, a água entra pelo rodapé e pelo ralo do terraço; na serra, pelo telhado antigo, junto à chaminé. Mostramos-lhe o ponto em fotografia e, se a tijoleira estiver firme, impermeabilizamos por cima dela.
Sem partir a tijoleira: rodapé refeito e membrana por cima

Em 2026 pediram-nos os terraços de cinco prédios do concelho: em Queluz, em Mem Martins e três na Rinchoa. Tinham de 10 a 35 m², e em todos o orçamento começava pelo rodapé: sai o rodapé cerâmico, o pé da parede é reparado com argamassa R4 e o canto é selado. Nos três prédios da Rinchoa, os ralos eram para trocar. É nestes dois sítios que o terraço deixa de ser uma peça só, e é por eles que a água desce até ao teto do último andar.
Em nenhum o orçamento previa partir o chão: a tijoleira estava firme e, despolida, leva o primário e a membrana por cima, sem juntas, até ao pé da parede onde estava o rodapé. Na visita gratuita fotografamos o rodapé, o ralo e a mancha no teto de baixo, e o orçamento escrito explica cada linha com essas fotografias.

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Queluz, Massamá, Agualva-Cacém, Rio de Mouro, Rinchoa, Mem Martins
«A mancha está no teto e o terraço é do vizinho de cima. Quem paga?»
Condóminos do último andar e administrações
Prédios dos anos 60 a 90, com tijoleira no chão e rodapé cerâmico colado à parede. A água passa por trás do rodapé e pela junta do ralo e só aparece no teto de baixo. O chão fica: despolimos a tijoleira, refazemos o pé da parede e trocamos os ralos que já não vedam.
O que fazemos

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Rio de Mouro, Queluz, Agualva-Cacém, Algueirão-Mem Martins
«A assembleia aprovou a obra, mas continua a chover no último andar.»
Administrações de condomínio
Muitos prédios da linha têm telhado de telha, com caleiras e guarda-fogos de betão à volta. Nas coberturas de prédio que nos pediram em Rio de Mouro e em Queluz, a impermeabilização antiga das caleiras estava descascada. A água corre por baixo da camada solta e entra pelo guarda-fogo, longe do sítio onde aparece a mancha.
O que fazemos

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Sintra, São Pedro de Sintra, Colares, Almargem do Bispo, São João das Lampas
«Não sei se é humidade ou infiltração. Aparece sempre junto à chaminé.»
Proprietários de moradias e quintas
Longe da linha, Sintra é de moradias, muitas com telhado de telha sobre forro de madeira. Nas moradias que nos pediram na vila de Sintra, em Colares e em Almargem do Bispo, os pedidos eram onde o telhado encontra a parede e a chaminé, numa camada antiga que já descascava ou no telhado inteiro.
O que fazemos
Mora num último andar em Queluz, Massamá, no Cacém ou em Mem Martins? Então está na Sintra dos prédios. O concelho é o segundo mais populoso do paísDado verificadoINE — Censos 2021, população residente por local de residência (indicador 0011609)Sintra: 385 606 residentes, o segundo concelho do país, depois de Lisboa (545 796).Abrir a fonte (abre noutra janela) e tem mais edifícios do que LisboaDado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482)Sintra: 57 759 edifícios (Lisboa: 49 223); 34,4 % de 1961–1980 e 33,2 % de 1981–2000. UF Agualva e Mira-Sintra: 59,9 % de 1961–1980. UF Massamá e Monte Abraão: 51,0 % de 1981–2000.Abrir a fonte (abre noutra janela), mas metade das casas fica em prédios com 10 ou mais frações — em Massamá e Monte Abraão, quase nove em cada dezDado verificadoINE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495)Sintra: 184 095 alojamentos; 51,4 % em edifícios com 10 ou mais. UF Massamá e Monte Abraão: 87,0 % em edifícios com 10 ou mais. Em edifícios de um só alojamento: UF São João das Lampas e Terrugem 88,2 %, Colares 74,8 %. Residência secundária em Colares: 34,8 %.Abrir a fonte (abre noutra janela). Num prédio assim, o terraço por cima de si é, em regra, de todos: a mancha no seu teto é um assunto do condomínio, não só seu.
Se o prédio fica em Agualva ou Mira-Sintra, o mais provável é ter entre 45 e 65 anos: 60 % dos edifícios foram construídos entre 1961 e 1980. Em Massamá e Monte Abraão, metade é de 1981 a 2000Dado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482)Sintra: 57 759 edifícios (Lisboa: 49 223); 34,4 % de 1961–1980 e 33,2 % de 1981–2000. UF Agualva e Mira-Sintra: 59,9 % de 1961–1980. UF Massamá e Monte Abraão: 51,0 % de 1981–2000.Abrir a fonte (abre noutra janela). Os terraços que nos pediram na linha tinham todos o mesmo ponto fraco — o rodapé, e muitas vezes o ralo — com o chão ainda firme.
Tem casa em Colares, na Praia das Maçãs ou em São João das Lampas? Aí, a casa é outra. Em Colares, três em cada quatro casas são moradias e mais de uma em cada três é segunda habitação; em São João das Lampas e Terrugem, quase nove em cada dez são moradiasDado verificadoINE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495)Sintra: 184 095 alojamentos; 51,4 % em edifícios com 10 ou mais. UF Massamá e Monte Abraão: 87,0 % em edifícios com 10 ou mais. Em edifícios de um só alojamento: UF São João das Lampas e Terrugem 88,2 %, Colares 74,8 %. Residência secundária em Colares: 34,8 %.Abrir a fonte (abre noutra janela). É a casa onde se chega ao fim de semana e se dá com a mancha depois de semanas de chuva. Desse lado, o que nos pedem é o telhado: remates, chaminés, telhas partidas.
E na serra chove mais: nas médias de 1941–1970, 1 023 mm por ano na Pena e 982 mm na vila, contra 731 mm em Lisboa — entre um terço e 40 % a mais; em Queluz, 838 mmDado verificadoISA / Universidade de Lisboa — texto de apoio «Sintra», Quadro 1 (médias de 1941–70)Precipitação anual: Sintra/Pena 1 023,2 mm; Sintra/Vila 982,0 mm; Queluz 837,5 mm; Lisboa/Ajuda 731,3 mm. Valores antigos, não são as normais atuais do IPMA.Abrir a fonte (abre noutra janela). Num telhado antigo, cada telha partida e cada remate ficam molhados mais tempo, e é por aí que a água encontra caminho.
A visita começa pelo teto de baixo: vemos onde está a mancha e procuramos o que lhe fica por cima — rodapé, ralo, soleira, canto. Se a tijoleira do terraço estiver firme, fica no lugar: despolimo-la, aplicamos o primário epóxi, selamos cantos e juntas com mastique de poliuretano e aplicamos a membrana de poliureia em duas demãos, com verniz antiderrapante por cima. Se quiser cerâmica nova por cima da membrana, assentamos a que nos fornecer.
O rodapé cerâmico sai e o pé da parede é reparado com argamassa R4 antes da membrana. Os ralos partidos ou que já não vedam são substituídos.
A equipa é nossa e sai de Santa Iria de Azóia, para a linha e para a serra. Num prédio, o acesso ao terraço combina-se com a administração e com o vizinho do último andar. Nada que não esteja no orçamento escrito se faz sem uma linha nova, com preço, aprovada por si.
Fabricante grego de sistemas para a construção, desde 1959
Os produtos Neotex dos seis pedidos de impermeabilização de 2026 no concelho, camada a camada, de baixo para cima, pela ordem em que se aplicam. Cada anel tem um traço por pedido.
5 de 6 pedidos
Argamassa de reparação: refaz o pé da parede onde estava o rodapé e fecha fissuras.
6 de 6 pedidos
Primário: faz a membrana aderir à tijoleira e ao betão.
6 de 6 pedidos
Selante elástico: ralos, cantos e juntas fechados um a um, antes da membrana.
5 de 6 pedidos
A membrana: poliureia em duas demãos, contínua, sem juntas, até ao pé da parede.
3 de 6 pedidos
Verniz por cima da membrana, nos terraços onde se anda: protege-a do sol e do uso.
3 de 6 pedidos
Misturado na última demão do verniz: o chão fica antiderrapante por igual.
Nas caleiras e coberturas com tela antiga entrou também o Neopox® Primer BM (2 pedidos), e, nos remates, o Neoproof® PU Fiber (1). Neotex® e os nomes dos produtos são marcas registadas da Neotex S.A. Fichas técnicas de cada produto
O preço por m² é o mesmo em todos os concelhos onde trabalhamos. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² quando é preciso levantá-lo. Os terraços das nossas propostas na linha de Sintra tinham de 10 a 35 m²: nesse tamanho, o m² sai mais caro e a obra mínima é de 1 750 € com IVA. A preparação — rodapé, ralos, reparação da parede — vem descrita no orçamento escrito, que recebe depois da visita. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.
Terraço de 10 a 35 m²: obra mínima de 1 750 € com IVA. O valor certo vem no orçamento escrito, depois da visita gratuita.
Pedir orçamento escritoa partir de110€/m² com IVA*
Preparação, ralos e remates, primário, selagem PU, membrana em 2 demãos e verniz antiderrapante.
a partir de195€/m² com IVA*
O mesmo sistema, mais demolição, entulho e regularização da base. A colocação do pavimento novo orçamenta-se à parte.
*Valores com IVA a 23 %, em áreas a partir de cerca de 100 m²; em áreas mais pequenas o preço por m² é mais alto. Em obras de reparação em habitação, parte do valor pode ter IVA a 6 % — nesse caso, o preço final é mais baixo. O preço exato fica no orçamento escrito, após a visita.
Gratuita. Vemos a superfície e o teto ou a parede por baixo, e fotografamos por onde entra a água.
Até 5 dias úteis depois da visita (prédios: até 10), por pontos, com o que inclui e o que fica de fora.
Com tempo seco, fase a fase. Acompanha cada etapa, com fotografias, na página da sua obra no telemóvel. Se a obra pedir um especialista, dizemos-lhe antes quem faz o quê.
Revemos a obra consigo e entregamos o termo de garantia: 5 anos no sistema de impermeabilização, sem prejuízo da garantia legal.
Vemos o terraço em Sintra, mostramos-lhe em fotografia por onde entra a água e enviamos um orçamento escrito, com o que inclui e o que fica de fora.
Diga-nos onde é o problema e como o contactar. A visita e o orçamento escrito são gratuitos.
Com estas quatro, damos-lhe uma estimativa indicativa antes da visita:

Não encontrou a sua? Ligue +351 964 085 834 ou escreva por WhatsApp.
Em resumo. A POM (Perspectivaominuto Unipessoal Lda, alvará IMPIC 108786-PAR) impermeabiliza terraços no concelho de Sintra, a partir da sede em Loures. Preço a partir de 110 €/m² com IVA por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; obra mínima 1 750 € com IVA. 7 terraços e coberturas em Sintra em 2026. Visita de diagnóstico e orçamento escrito gratuitos; garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.
Vale começar por saber de onde vem a água. A visita é gratuita — é a peritagem da infiltração — e, num terraço pequeno, vê-se tudo de uma vez: o rodapé, o ralo, a soleira e o teto de baixo. Se o problema estiver num só ponto, dizemos-lho. O orçamento chega por escrito, com o que inclui e o que fica de fora.
Em regra, o terraço de cobertura é parte comum, mesmo quando só uma fração o usa (Código Civil, artigo 1421.º). Os tribunais têm separado duas coisas: a impermeabilização, que protege o prédio, é paga por todos os condóminos, na proporção da permilagem; o desgaste do pavimento pelo uso fica, em regra, para quem usa o terraço. A jurisprudência não é toda igual: confirme no título constitutivo e no regulamento do condomínio. O orçamento escrito vem com as linhas separadas e as fotografias da visita, para a administração levar à assembleia.
Nem sempre. Desde 2022, o Código Civil chama indispensáveis e urgentes às reparações nas partes comuns que eliminam, a curto prazo, problemas que possam causar ou agravar danos (artigo 1427.º, na redação da Lei 8/2022); em regra, o administrador deve tratar delas e, na sua falta ou impedimento, qualquer condómino pode avançar. Fazemos a visita gratuita e enviamos o orçamento com as fotografias, para a administração decidir depressa.
Sim, quando estão partidos ou já não vedam. Nos três prédios da Rinchoa que nos pediram em 2026, os ralos novos estavam no orçamento. A ligação de cada ralo ao pavimento é selada com mastique de poliuretano antes da membrana.
Sim. Combinamos o acesso consigo — a chave com um vizinho ou com quem cuida da casa — e publicamos as fotografias de cada fase na página da sua obra, que abre no telemóvel. No fim, vê o resultado antes de pagar a última parte.
Sim. Em 2026 pediram-nos, na vila de Sintra, a substituição de um telhado de 100 a 170 m², conforme a parte a trocar, com subtelha e o forro de madeira tratado, e noutras casas só os remates com as paredes e as chaminés. Mais sobre o serviço: reparação de telhados.
Com IVA, a partir de 110 €/m² por cima do pavimento e de 195 €/m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; abaixo disso, o m² é mais alto. O valor certo vem no orçamento escrito, depois da visita. O que entra em cada preço: preços da impermeabilização de terraços.
Esses valores são médias de plataformas de orçamentos (Habitissimo, 2026), para áreas maiores, e nem sempre dizem se incluem IVA, preparação ou garantia. Num terraço de 10 a 35 m², a preparação — rodapé, ralos, cantos — pesa mais em cada metro quadrado, e há uma obra mínima de 1 750 € com IVA. No nosso orçamento escrito, cada linha vem separada e com o preço com IVA.
A condensação aparece nas paredes frias e nos cantos, em casas pouco arejadas, e piora no inverno mesmo sem chuva. A infiltração aparece depois de chover, no teto por baixo do terraço ou junto à chaminé, e deixa uma mancha com contorno. Na visita vemos qual é; se não for caso de impermeabilização, dizemos-lho.
Em regra, não para impermeabilizar: reparar a cobertura sem mudar a forma, a cor ou os materiais à vista é uma obra de conservação, isenta de controlo prévio (Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, com o Simplex de 2024). Na Paisagem Cultural de Sintra e nas zonas de proteção dos monumentos, confirme sempre antes com a Câmara Municipal de Sintra — sobretudo se a obra mudar o aspeto do telhado ou precisar de andaime na via pública.
Num terraço de 10 a 35 m², por cima da tijoleira, o prazo previsto nas nossas propostas em Sintra foi de 5 a 8 dias. Cada camada precisa de tempo seco, por isso uma semana de chuva empurra a data; avisamos antes.
Garantia escrita de 5 anos no sistema de impermeabilização, sem prejuízo da garantia legal. O termo diz o que está coberto e como acioná-la; se a água voltar por defeito da obra, voltamos e corrigimos.
Nas onze freguesias do concelho, da linha à serra. A visita é gratuita e marcamos o dia consigo.
Veja também: Impermeabilização de terraços: preços e sistema Todos os serviços de impermeabilização Terraços em OeirasTerraços em CascaisTerraços em Loures