Em Oeiras, a água entra muitas vezes pelos muretes e rodapés do terraço, não pelo chão. Encontramos o ponto de entrada e mostramos-lho em fotografia; se o terraço for do prédio, preparamos a proposta para a administração levar à assembleia.

Num prédio com meio século, o reboco do murete fissura e as juntas do capeamento abrem. A chuva entra por cima, desce por dentro da parede, passa por trás do rodapé e da impermeabilização antiga e aparece no teto do último andar. O pavimento pode estar impecável, e quem refaz só o chão pode voltar a ter a mancha no inverno seguinte.
Na visita vemos o terraço inteiro, com os muretes, os capeamentos e as soleiras, e o orçamento separa o pavimento das paredes.
Oeiras é terra de prédiosDado verificadoINE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495)Oeiras: 86 751 alojamentos; 88,6 % em edifícios com 2 ou mais alojamentos; 55,0 % em edifícios com 10 ou mais.Abrir a fonte (abre noutra janela). Num prédio, o terraço de cobertura é o teto do último andar e é parte comum: quem tem a mancha em casa não decide a obra sozinho.
E são prédios com idadeDado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482)Oeiras: 18 488 edifícios; 53,0 % construídos antes de 1981; 37,9 % em 1961–1980 (Lisboa 21,3 %, país 27,1 %). UF Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo: 3 434 edifícios; 73,9 % anteriores a 1981, 46,7 % de 1961–1980; 49,9 % com necessidade de reparação (no concelho, 31,1 %).Abrir a fonte (abre noutra janela), sobretudo em Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo: os dos muretes rebocados e dos capeamentos com as juntas abertas.

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Algés, Linda-a-Velha, Carnaxide, Queijas, Porto Salvo
«Chove no teto da sala e o terraço por cima parece estar bem.»
Condóminos do último andar e administrações
Cobertura comum ou terraço de uso de uma fração, rodeado de muretes rebocados com capeamento de betão ou de pedra. A água entra pelas fissuras do murete e pelas juntas do capeamento, desce por trás do rodapé e só aparece no teto de baixo. A obra passa pela administração: a proposta vem por pontos — pavimento, muretes, rodapés —, com as fotografias do diagnóstico.
O que fazemos

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Caxias, Paço de Arcos, Oeiras, Queijas, Barcarena
«A mancha aparece na parede da sala, junto ao rodapé.»
Proprietários de moradias
O terraço fica por cima de uma sala ou de um quarto, com tijoleira antiga e muretes à volta. A água entra pelas juntas abertas da tijoleira e pelo pé dos muretes. Se a tijoleira está firme, não a levantamos: impermeabilizamos por cima, sem entulho, e a membrana sobe pelos muretes.
O que fazemos

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia
Quinta da Fonte, Taguspark, Lagoas Park, Miraflores · mais de 100 m²
«O terraço é enorme e ninguém sabe por onde entra a água.»
Gestão de edifícios de escritórios, empresas e condomínios grandes
Lajetas de betão sobre uma tela betuminosa antiga, com guarda-fogos à volta. A água passa nas juntas das lajetas, corre por cima da tela descolada e entra onde a tela tem um rasgo ou um remate solto. Levantamos as lajetas, tratamos a tela e voltamos a assentá-las. Num edifício de escritórios, o acesso, a segurança e as zonas de trabalho combinam-se antes com a gestão do edifício.
O que fazemos
O sistema que aplicamos
Num terraço com murete, a membrana não acaba no chão: sobe pela parede, e o murete por cima tem o seu próprio tratamento. Este é o percurso, com os produtos das nossas propostas de 2026 em Oeiras e os consumos das fichas técnicas.
Base e primário
Neopox® Primer WS · 200–300 g/m² por camadaDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer WSPrimário epóxi; aderência ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia saturada de água; consumo 200–300 g/m² por camada, conforme a absorção da base.Abrir a fonte (abre noutra janela)
A tijoleira firme fica no lugar: lavada a alta pressão e despolida, para o primário agarrar (Porto Salvo, Caxias). Onde a base não servia, betonilha nova com pendente para o escoamento (Linda-a-Velha). Sobre tela betuminosa aderida, outro primário, o Primer BM, 70–120 g/m²Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer BMPonte de aderência sobre membrana betuminosa: aderência ≥ 2,5 N/mm² (EN 1542); consumo 70–80 g/m² sobre tela lisa e 90–120 g/m² sobre tela com acabamento mineral.Abrir a fonte (abre noutra janela) (Quinta da Fonte).
Cantos, juntas e rodapé
Neotex® PU Joint · alongamento ≥ 500 %Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neotex® PU JointMastique de poliuretano; elongação à rotura ≥ 500 % (ISO 8339); marcação CE pela EN 15651-1; uma bisnaga de 600 ml dá 6 m de junta de 1 × 1 cm.Abrir a fonte (abre noutra janela)
O rodapé antigo sai e o pé da parede é reparado com argamassa R4. O mastique de poliuretano fecha o canto entre o chão e a parede, as juntas e os buracos: no canto, o chão e a parede mexem de maneira diferente.
Membrana
Neoproof® Polyurea R · 2 demãos, 1,2–1,5 kg/m²
Contínua, sem juntas, do pavimento até acima de onde estava o rodapé. Mais do que o mínimo da ficha técnica, 1–1,2 kg/m²Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neoproof® Polyurea RConsumo mínimo de 1–1,2 kg/m² em duas camadas, sobre base cimentícia; alongamento na rutura 400 % (ASTM D412); 18 horas entre demãos a +23 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela). Avaliação Técnica Europeia ETA 24/1247Dado verificadoAvaliação Técnica Europeia ETA 24/1247 — Neoproof® Polyurea RMembrana líquida avaliada segundo o EAD 030350-00-0402. A avaliação pressupõe uma vida útil de referência de 25 anos (categoria W3), com aplicação e base corretas: é um valor de ensaio, não uma garantia do fabricante nem nossa.Abrir a fonte (abre noutra janela).
Acabamento
Neodur® FT Elastic · 300 g/m²Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neodur® FT ElasticVerniz de poliuretano; consumo 300 g/m² por camada; transitável 4 horas depois e cura total para tráfego intenso em 24 horas, a +25 °C e 50 % de humidade relativa.Abrir a fonte (abre noutra janela)
Verniz que protege a membrana do sol e do desgaste, com aditivo antiderrapante ou areia de quartzo; transitável 4 horas depois, a 25 °C. Se quiser cerâmica por cima, assentamos a que nos fornecer (Linda-a-Velha).
Murete e paredes do terraço
Neorep® R4 · 1,75 kg/m² por mm de espessuraDado verificadoNeotex — ficha técnica da Neorep® R4Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-3); consumo 1,75 kg/m² por mm de espessura; até 4 cm por camada.Abrir a fonte (abre noutra janela)
As fissuras são abertas e enchidas com argamassa de reparação R4; depois, primário anti-humidade, tinta texturada para igualar o reboco e tinta 100 % acrílica em duas demãos. Mede-se em m² de parede: de 15 a 50 m² nas nossas obras de 2026 em Oeiras.
Capeamento e remates
Neotex® PU Joint nas juntas
As juntas abertas e os remates com a parede são selados. Num guarda-fogos de cobertura (Porto Salvo), o primário, a selagem e a membrana passam também por cima. Nos remates entre as paredes e o telhado (Caxias), membrana de poliuretano com fibras.
Fichas técnicas e o sistema em camadas: impermeabilização de terraços.
Em Linda-a-Velha, para 20 m² de terraço, reparámos 50 m² de paredes. Nos terraços de prédio de Oeiras, a obra é muitas vezes mais parede do que chão. Por isso o orçamento põe o pavimento e as paredes em linhas separadas, cada uma com o seu preço.
4 de 5das cinco obras de terraço de 2026 no concelho foram além do pavimento
Terraço de prédio · 2026
2026
Prédio · 2026
Também: fachadas do prédio, 473 m²
2026
Também: remates entre as paredes e o telhado
Escritórios · lajetas · 2026
Medidas das propostas das cinco obras de terraço que executámos em Oeiras em 2026 (a última versão de cada uma). Cada anel é uma obra: pavimento a cinzento; paredes, guarda-fogos e remates a amarelo; no centro, o total em m². O que foi medido em metros lineares ou à unidade não entra nos anéis. A moradia de 60 m² está em «Obras realizadas».
Num condomínio, quem tem a mancha no teto raramente é quem aprova a obra. Depois da visita, a administração recebe um dossiê que se leva tal como está à assembleia: o que vimos, quanto custa cada parte e por onde começar.
Enviado à administração até 10 dias úteis depois da visita
Os preços são os mesmos em todos os concelhos onde trabalhamos. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² quando é preciso levantá-lo. Em terraços mais pequenos o preço por m² é mais alto; a obra mínima é de 1 750 € com IVA — num terraço de 10 ou 15 m² no último andar, conta sobretudo esse valor. Muretes e paredes do terraço orçamentam-se à parte, por m², e em condomínios a proposta vem por pontos e por fases. O preço fecha-se por escrito depois da visita, ponto a ponto, com o que inclui e o que fica de fora. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.
Pedir orçamento escritoa partir de110€/m² com IVA*
Preparação, ralos e remates, primário, selagem PU, membrana em 2 demãos e verniz antiderrapante.
a partir de195€/m² com IVA*
O mesmo sistema, mais demolição, entulho e regularização da base. A colocação do pavimento novo orçamenta-se à parte.
*Valores com IVA a 23 %, em áreas a partir de cerca de 100 m²; em áreas mais pequenas o preço por m² é mais alto. Em obras de reparação em habitação, parte do valor pode ter IVA a 6 % — nesse caso, o preço final é mais baixo. O preço exato fica no orçamento escrito, após a visita.
Vemos o terraço em Oeiras, mostramos-lhe em fotografia por onde entra a água e enviamos um orçamento escrito, com o que inclui e o que fica de fora.
Diga-nos onde é o problema e como o contactar. A visita e o orçamento escrito são gratuitos.
Com estas quatro, damos-lhe uma estimativa indicativa antes da visita:

Não encontrou a sua? Ligue +351 964 085 834 ou escreva por WhatsApp.
Em resumo. A POM (Perspectivaominuto Unipessoal Lda, alvará IMPIC 108786-PAR) impermeabiliza terraços no concelho de Oeiras, a partir da sede em Loures. Preço a partir de 110 €/m² com IVA por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; obra mínima 1 750 € com IVA. 6 obras realizadas no concelho. Visita de diagnóstico e orçamento escrito gratuitos; garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.
Pela visita de diagnóstico, que é gratuita, de preferência com acesso ao terraço e à sua casa: comparamos a mancha com o que está por cima — murete, rodapé, soleira, ralo — e mostramos a origem em fotografia. Num prédio, o terraço de cobertura é, em regra, parte comum, mesmo quando só uma fração o usa; a decisão passa pela administração. Confirme no título constitutivo. As fotografias servem para levar à administração e, se a água já estragou o teto, ao seguro.
A membrana de poliureia aguenta o ar salgado; o que costuma ceder é o que está à volta dela: o sal corrói ralos, grelhas, rufos e as fixações do gradeamento, e é aí que os remates se soltam. Na visita vemos o estado de cada um e incluímos no orçamento a reparação ou a troca do que estiver estragado, porque é por um murete fissurado ou por um remate solto que a água passa para trás da membrana.
Para tratar a tela, sim: as lajetas saem, ficam empilhadas no terraço e voltam ao lugar no fim, e as partidas são substituídas. Se a tela estiver aderida, fica: a membrana vai por cima, com primário próprio para base betuminosa. Onde estiver descolada ou com água por baixo, removemo-la nessa zona. Num terraço grande, a obra pode fazer-se por zonas.
Sim, terraços e coberturas planas. Em 2026 impermeabilizámos o terraço de 220 m² de um edifício de escritórios na Quinta da Fonte, com as lajetas levantadas e repostas. Antes de começar, combinamos com a gestão do edifício o acesso, as regras de segurança e a proteção das zonas de passagem. A obra pode fazer-se por zonas, para o terraço não fechar todo de uma vez, e, em alguns casos, os trabalhos com ruído podem ficar para fora do horário de expediente: isso combina-se na proposta. A proposta vem por pontos e por fases, para a aprovação interna, e a fatura sai com o NIF da empresa e IVA a 23 %, dedutível nos termos gerais.
Os mesmos preços que em Lisboa ou Cascais. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/m² com levantamento; em áreas mais pequenas o m² é mais alto e a obra mínima é de 1 750 € com IVA. Muretes e paredes orçamentam-se à parte. O valor exato fica no orçamento escrito, depois da visita. O que entra em cada preço: preços da impermeabilização de terraços.
Depende da área, de levantar ou não o pavimento e de quantos muretes há para reparar. A moradia de 60 m² em Oeiras, por cima da tijoleira, ficou pronta em 5 dias; para o terraço de 220 m² com lajetas de um edifício de escritórios na Quinta da Fonte, o prazo previsto era de 12 a 14 dias. O prazo previsto fica escrito no orçamento, que enviamos até 5 dias úteis depois da visita (num prédio, até 10). Depois de aceite e feito o primeiro pagamento, compramos os materiais e, com tempo seco, começamos normalmente dentro de uma semana. As camadas só se aplicam com tempo seco, por isso a data final pode mudar com a chuva — avisamos.
Garantia escrita de 5 anos no sistema, sem prejuízo da garantia legal. Se voltar a entrar água nesse prazo por defeito da obra, voltamos e corrigimos.
Fica escrito no orçamento. O habitual é 40 % ao adjudicar, 40 % durante a obra e 20 % no fim; em obras pequenas, normalmente 50 % + 50 %. Se aparecer trabalho que não está no orçamento, orçamentamo-lo por escrito antes de o fazer.
Nas cinco freguesias do concelho. A visita em Oeiras é gratuita e marcamos o dia consigo.
Veja também: Impermeabilização de terraços: preços e sistema Todos os serviços de impermeabilização Terraços em LisboaTerraços em CascaisTerraços em Sintra