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A costa de Oeiras vista da Bateria da Laje num dia de céu carregado: o mar na foz do Tejo, a praia e a marina ao fundo

Impermeabili­zação de terraços em Oeiras

Em Oeiras, a água entra muitas vezes pelos muretes e rodapés do terraço, não pelo chão. Encontramos o ponto de entrada e mostramos-⁠lho em fotografia; se o terraço for do prédio, preparamos a proposta para a administração levar à assembleia.

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Terraço de um prédio dos anos 70 em Oeiras depois da chuva: o murete com fissuras, tinta a descascar e escorridos negros desde o capeamento, o rodapé de cerâmica partido e solto, e o Tejo ao fundo
Exemplo típico: o murete fissurado e o rodapé solto

A água entra pelo murete, não pelo chão

Num prédio com meio século, o reboco do murete fissura e as juntas do capeamento abrem. A chuva entra por cima, desce por dentro da parede, passa por trás do rodapé e da impermeabilização antiga e aparece no teto do último andar. O pavimento pode estar impecável, e quem refaz só o chão pode voltar a ter a mancha no inverno seguinte.

Na visita vemos o terraço inteiro, com os muretes, os capeamentos e as soleiras, e o orçamento separa o pavimento das paredes.

Em Oeiras, o terraço quase sempre é de um prédio

Oeiras é terra de prédiosDado verificadoINE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495)Oeiras: 86 751 alojamentos; 88,6 % em edifícios com 2 ou mais alojamentos; 55,0 % em edifícios com 10 ou mais.Abrir a fonte (abre noutra janela). Num prédio, o terraço de cobertura é o teto do último andar e é parte comum: quem tem a mancha em casa não decide a obra sozinho.

E são prédios com idadeDado verificadoINE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482)Oeiras: 18 488 edifícios; 53,0 % construídos antes de 1981; 37,9 % em 1961–⁠1980 (Lisboa 21,3 %, país 27,1 %). UF Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo: 3 434 edifícios; 73,9 % anteriores a 1981, 46,7 % de 1961–⁠1980; 49,9 % com necessidade de reparação (no concelho, 31,1 %).Abrir a fonte (abre noutra janela), sobretudo em Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo: os dos muretes rebocados e dos capeamentos com as juntas abertas.

Prédio, moradia ou escritórios: por onde costuma entrar a água

Terraço de cobertura de um prédio impermeabilizado pela POM: membrana cinzenta contínua até às soleiras das portas e ao murete
Foto: obra semelhante da POM, em Lisboa

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. As fissuras do murete e as juntas do capeamento
  2. O rodapé, onde a parede encontra o pavimento
  3. As soleiras das portas para o terraço

Terraço de prédio dos anos 60 e 70

Algés, Linda-a-Velha, Carnaxide, Queijas, Porto Salvo

«Chove no teto da sala e o terraço por cima parece estar bem.»

Condóminos do último andar e administrações

Cobertura comum ou terraço de uso de uma fração, rodeado de muretes rebocados com capeamento de betão ou de pedra. A água entra pelas fissuras do murete e pelas juntas do capeamento, desce por trás do rodapé e só aparece no teto de baixo. A obra passa pela administração: a proposta vem por pontos — pavimento, muretes, rodapés —, com as fotografias do diagnóstico.

O que fazemos

  • Mostramos em fotografia se a água vem do murete ou do pavimento
  • Fissuras do murete abertas e reparadas com argamassa R4, primário e pintura
  • Membrana contínua do pavimento ao rodapé e às soleiras; proposta por pontos para a assembleia
Obra POM em Linda-a-Velha: 20 m² de terraço e 50 m² de paredes Tenho este caso — pedir visita
Terraço de moradia em Caxias depois da chuva: tijoleira de barro com juntas abertas e com musgo, muretes com capeamento de pedra e manchas escuras no pé, porta de vidro à esquerda e o mar ao fundo entre pinheiros
Exemplo típico: moradia com tijoleira antiga

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. O pé do murete, onde o rodapé já abriu
  2. As juntas abertas da tijoleira
  3. O topo do murete e o capeamento

Terraço de moradia

Caxias, Paço de Arcos, Oeiras, Queijas, Barcarena

«A mancha aparece na parede da sala, junto ao rodapé.»

Proprietários de moradias

O terraço fica por cima de uma sala ou de um quarto, com tijoleira antiga e muretes à volta. A água entra pelas juntas abertas da tijoleira e pelo pé dos muretes. Se a tijoleira está firme, não a levantamos: impermeabilizamos por cima, sem entulho, e a membrana sobe pelos muretes.

O que fazemos

  • Despolimos a tijoleira firme e impermeabilizamos por cima, sem a levantar
  • Rodapés refeitos e cantos selados com poliuretano
  • Membrana de poliureia contínua do pavimento aos muretes, com acabamento antiderrapante
Obra POM em Oeiras: moradia, 60 m² em 5 dias Tenho este caso — pedir visita
Cobertura grande de um prédio em Oeiras com lajetas de betão sobre apoios: algumas levantadas mostram a tela betuminosa antiga com uma sobreposição descolada e água parada; o guarda-fogo com tinta a descascar e um ralo com folhas no canto; o mar ao fundo
Exemplo típico: lajetas sobre tela antiga

Por onde costuma entrar a água — os números estão na fotografia

  1. O guarda-fogo, com a tinta e o reboco a descascar
  2. A tela antiga descolada, debaixo das lajetas
  3. O ralo, com folhas, ao nível da tela

Edifício de escritórios: terraço grande com lajetas

Quinta da Fonte, Taguspark, Lagoas Park, Miraflores · mais de 100 m²

«O terraço é enorme e ninguém sabe por onde entra a água.»

Gestão de edifícios de escritórios, empresas e condomínios grandes

Lajetas de betão sobre uma tela betuminosa antiga, com guarda-fogos à volta. A água passa nas juntas das lajetas, corre por cima da tela descolada e entra onde a tela tem um rasgo ou um remate solto. Levantamos as lajetas, tratamos a tela e voltamos a assentá-⁠las. Num edifício de escritórios, o acesso, a segurança e as zonas de trabalho combinam-⁠se antes com a gestão do edifício.

O que fazemos

  • Lajetas desmontadas e empilhadas no próprio terraço
  • Onde a tela está aderida, primário para base betuminosa e membrana por cima; onde está solta, removemo-⁠la
  • Lajetas de volta ao lugar; obra por zonas, combinada com a gestão do edifício
Obra POM na Quinta da Fonte: edifício de escritórios, 220 m² com lajetas Tenho este caso — pedir visita

O sistema que aplicamos

Do chão ao capeamento: o sistema, ponto a ponto

Num terraço com murete, a membrana não acaba no chão: sobe pela parede, e o murete por cima tem o seu próprio tratamento. Este é o percurso, com os produtos das nossas propostas de 2026 em Oeiras e os consumos das fichas técnicas.

Pormenor sem escala: terraço de prédio com murete. A linha azul é a membrana.

No chão

  1. Base e primário

    Neopox® Primer WS · 200–⁠300 g/⁠m² por camadaDado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer WSPrimário epóxi; aderência ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia saturada de água; consumo 200–⁠300 g/⁠m² por camada, conforme a absorção da base.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    A tijoleira firme fica no lugar: lavada a alta pressão e despolida, para o primário agarrar (Porto Salvo, Caxias). Onde a base não servia, betonilha nova com pendente para o escoamento (Linda-a-Velha). Sobre tela betuminosa aderida, outro primário, o Primer BM, 70–⁠120 g/⁠m²Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neopox® Primer BMPonte de aderência sobre membrana betuminosa: aderência ≥ 2,5 N/mm² (EN 1542); consumo 70–⁠80 g/⁠m² sobre tela lisa e 90–⁠120 g/⁠m² sobre tela com acabamento mineral.Abrir a fonte (abre noutra janela) (Quinta da Fonte).

  2. Cantos, juntas e rodapé

    Neotex® PU Joint · alongamento ≥ 500 %Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neotex® PU JointMastique de poliuretano; elongação à rotura ≥ 500 % (ISO 8339); marcação CE pela EN 15651-⁠1; uma bisnaga de 600 ml dá 6 m de junta de 1 × 1 cm.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    O rodapé antigo sai e o pé da parede é reparado com argamassa R4. O mastique de poliuretano fecha o canto entre o chão e a parede, as juntas e os buracos: no canto, o chão e a parede mexem de maneira diferente.

  3. Membrana

    Neoproof® Polyurea R · 2 demãos, 1,2–⁠1,5 kg/⁠m²

    Contínua, sem juntas, do pavimento até acima de onde estava o rodapé. Mais do que o mínimo da ficha técnica, 1–⁠1,2 kg/⁠m²Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neoproof® Polyurea RConsumo mínimo de 1–⁠1,2 kg/⁠m² em duas camadas, sobre base cimentícia; alongamento na rutura 400 % (ASTM D412); 18 horas entre demãos a +23 °C.Abrir a fonte (abre noutra janela). Avaliação Técnica Europeia ETA 24/1247Dado verificadoAvaliação Técnica Europeia ETA 24/1247 — Neoproof® Polyurea RMembrana líquida avaliada segundo o EAD 030350-⁠00-⁠0402. A avaliação pressupõe uma vida útil de referência de 25 anos (categoria W3), com aplicação e base corretas: é um valor de ensaio, não uma garantia do fabricante nem nossa.Abrir a fonte (abre noutra janela).

  4. Acabamento

    Neodur® FT Elastic · 300 g/⁠m²Dado verificadoNeotex — ficha técnica do Neodur® FT ElasticVerniz de poliuretano; consumo 300 g/⁠m² por camada; transitável 4 horas depois e cura total para tráfego intenso em 24 horas, a +25 °C e 50 % de humidade relativa.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    Verniz que protege a membrana do sol e do desgaste, com aditivo antiderrapante ou areia de quartzo; transitável 4 horas depois, a 25 °C. Se quiser cerâmica por cima, assentamos a que nos fornecer (Linda-a-Velha).

Na parede

  1. Murete e paredes do terraço

    Neorep® R4 · 1,75 kg/⁠m² por mm de espessuraDado verificadoNeotex — ficha técnica da Neorep® R4Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-⁠3); consumo 1,75 kg/⁠m² por mm de espessura; até 4 cm por camada.Abrir a fonte (abre noutra janela)

    As fissuras são abertas e enchidas com argamassa de reparação R4; depois, primário anti-humidade, tinta texturada para igualar o reboco e tinta 100 % acrílica em duas demãos. Mede-⁠se em m² de parede: de 15 a 50 m² nas nossas obras de 2026 em Oeiras.

  2. Capeamento e remates

    Neotex® PU Joint nas juntas

    As juntas abertas e os remates com a parede são selados. Num guarda-fogos de cobertura (Porto Salvo), o primário, a selagem e a membrana passam também por cima. Nos remates entre as paredes e o telhado (Caxias), membrana de poliuretano com fibras.

Fichas técnicas e o sistema em camadas: impermeabilização de terraços.

Chão ou parede? O que levaram as nossas obras em Oeiras

Em Linda-a-Velha, para 20 m² de terraço, reparámos 50 m² de paredes. Nos terraços de prédio de Oeiras, a obra é muitas vezes mais parede do que chão. Por isso o orçamento põe o pavimento e as paredes em linhas separadas, cada uma com o seu preço.

4 de 5das cinco obras de terraço de 2026 no concelho foram além do pavimento

  • Linda-a-Velha

    Terraço de prédio · 2026

    Chão
    20 m²betonilha nova e membrana
    Paredes e remates
    50 m²paredes do terraço
  • Paço de Arcos

    2026

    Chão
    só as juntas da pedra, seladas
    Paredes e remates
    15 m²paredes do terraço
  • Porto Salvo

    Prédio · 2026

    Chão
    29 m²membrana sobre a tijoleira
    Paredes e remates
    98 m²guarda-fogos, caleiras, remates e pala, na cobertura

    Também: fachadas do prédio, 473 m²

  • Caxias

    2026

    Chão
    90 m²membrana sobre a tijoleira
    Paredes e remates
    50 m²parede exterior

    Também: remates entre as paredes e o telhado

  • Quinta da Fonte

    Escritórios · lajetas · 2026

    Chão
    220 m²lajetas levantadas e repostas
    Paredes e remates
    nada: a água vinha de baixo das lajetas

Medidas das propostas das cinco obras de terraço que executámos em Oeiras em 2026 (a última versão de cada uma). Cada anel é uma obra: pavimento a cinzento; paredes, guarda-fogos e remates a amarelo; no centro, o total em m². O que foi medido em metros lineares ou à unidade não entra nos anéis. A moradia de 60 m² está em «Obras realizadas».

Obras realizadas em Oeiras

  • Terraço de moradia em Oeiras acabado: membrana contínua até ao rodapé e pelos muretes
    Fotografia da obra

    Oeiras — terraço de moradia

    Área
    60 m²
    Prazo
    5 dias

    A tijoleira estava firme e ficou no lugar, sem entulho: lavámos, aplicámos o primário por cima e a membrana de poliureia, contínua até ao rodapé e a subir pelos muretes, com acabamento antiderrapante.

    Ver a obra na página de terraços
  • Linda-a-Velha, 2026 — terraço de prédio e paredes do terraço

    Área
    20 m²
    Prazo previsto
    8 a 10 dias

    Retirámos o rodapé e a tijoleira, reparámos as paredes junto ao rodapé com argamassa R4 e fizemos uma betonilha nova, com pendente para o escoamento. Depois, primário, selagem de cantos e juntas, membrana de poliureia em duas demãos e verniz com areia de quartzo; por cima, assentámos a cerâmica fornecida pelo cliente. Nas paredes do terraço (50 m²), abrimos e reparámos as fissuras, aplicámos primário anti-humidade e pintámos.

  • Porto Salvo, 2026 — prédio: terraço, cobertura e fachadas

    Área
    29 m²
    Prazo previsto
    4 a 5 semanas

    No terraço (29 m²), a tijoleira ficou no lugar: refizemos o rodapé com argamassa R4, despolimos e aplicámos primário, selagem, membrana de poliureia e verniz antiderrapante. Na cobertura — guarda-fogos, caleiras, juntas, remates e uma pala, 98 m² ao todo —, removemos a impermeabilização antiga solta, reparámos com R4 e aplicámos primário para base betuminosa, selagem e membrana. Fachadas do prédio (473 m²) reparadas e pintadas; gradeamento (50 m) pintado.

  • Caxias, 2026 — terraço, parede exterior e remates do telhado

    Área
    90 m²
    Prazo previsto
    18 a 20 dias

    A tijoleira ficou no lugar, sem entulho: refizemos os rodapés com argamassa R4, despolimos e aplicámos primário, selagem de cantos e juntas, membrana de poliureia em duas demãos e verniz antiderrapante. A parede exterior (50 m²) foi reparada com R4, com primário anti-humidade e pintura; no telhado (24 m²), trocámos as telhas partidas e impermeabilizámos os remates entre as paredes e o telhado.

  • Quinta da Fonte, 2026 — edifício de escritórios, terraço com lajetas

    Área
    220 m²
    Prazo previsto
    12 a 14 dias

    Desmontámos as lajetas de betão e removemos a impermeabilização antiga que estava descascada e descolada; reparámos as fissuras com argamassa R4 e lavámos tudo a alta pressão. Depois, primário para base betuminosa, selagem de cantos e juntas e membrana de poliureia. No fim, voltámos a montar as lajetas. O acesso e as zonas de trabalho foram combinados com a gestão do edifício.

  • Paço de Arcos, 2026 — paredes do terraço e juntas da pedra

    Área
    15 m²
    Prazo previsto
    4 a 5 dias

    Nas paredes do terraço (15 m²), abrimos e reparámos as fissuras com argamassa R4, aplicámos primário anti-humidade e pintámos. No pavimento de pedra, retirámos o betume antigo das juntas e selámos todas as juntas e cantos com poliuretano.

O terraço é do prédio. A proposta vai pronta para a assembleia.

Num condomínio, quem tem a mancha no teto raramente é quem aprova a obra. Depois da visita, a administração recebe um dossiê que se leva tal como está à assembleia: o que vimos, quanto custa cada parte e por onde começar.

Antes da assembleia

  • O terraço de cobertura é, em regra, parte comum do prédio, mesmo quando só uma fração o usaDado verificadoCódigo Civil, artigo 1421.º — partes comuns do prédioN.º 1, alínea b): são comuns «o telhado ou os terraços de cobertura, ainda que destinados ao uso de qualquer fração».Abrir a fonte (abre noutra janela). Confirme no título constitutivo.
  • Normalmente é a administração que pede as propostas e as leva à assembleia, que as compara e aprova.
  • Na falta ou impedimento do administrador, as reparações indispensáveis e urgentes nas partes comuns podem ser feitas por iniciativa de qualquer condóminoDado verificadoCódigo Civil, artigo 1427.º — reparações indispensáveis e urgentes (redação da Lei 8/2022)As reparações indispensáveis e urgentes nas partes comuns podem ser levadas a efeito, na falta ou impedimento do administrador, por iniciativa de qualquer condómino.Abrir a fonte (abre noutra janela).
  • Se a água já estragou o teto de baixo, as fotografias do diagnóstico servem também para o seguro.

Dossiê para a assembleia

Enviado à administração até 10 dias úteis depois da visita

  1. Relatório do diagnósticoFotografias do terraço e do teto de baixo, com o ponto por onde entra a água assinalado.
  2. Proposta por pontosPavimento, muretes, rodapés, ralos e remates em linhas separadas, cada uma com a quantidade e o preço com IVA.
  3. Obra por fasesSe o orçamento do condomínio não chega para tudo, a obra pode começar pela zona por onde entra a água.
  4. Prazo e pagamento por escritoO prazo previsto e o pagamento por fases: o habitual é 40 % ao adjudicar, 40 % durante a obra e 20 % no fim.
  5. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legalNo termo de garantia fica o que está coberto e como a acionar.
  6. Alvará IMPIC 108786-⁠PARFatura com o NIF do condomínio.
  7. Durante a obraAcesso e proteção das escadas combinados com a administração; fotografias de cada fase na página da obra, que abre no telemóvel.

Quanto custa impermeabili­zar um terraço em Oeiras

Os preços são os mesmos em todos os concelhos onde trabalhamos. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/⁠m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² quando é preciso levantá-⁠lo. Em terraços mais pequenos o preço por m² é mais alto; a obra mínima é de 1 750 € com IVA — num terraço de 10 ou 15 m² no último andar, conta sobretudo esse valor. Muretes e paredes do terraço orçamentam-⁠se à parte, por m², e em condomínios a proposta vem por pontos e por fases. O preço fecha-⁠se por escrito depois da visita, ponto a ponto, com o que inclui e o que fica de fora. Garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.

Pedir orçamento escrito
  • Por cima do pavimento existente

    a partir de110€/⁠m² com IVA*

    Preparação, ralos e remates, primário, selagem PU, membrana em 2 demãos e verniz antiderrapante.

  • Com levantamento do pavimento

    a partir de195€/⁠m² com IVA*

    O mesmo sistema, mais demolição, entulho e regularização da base. A colocação do pavimento novo orçamenta-⁠se à parte.

*Valores com IVA a 23 %, em áreas a partir de cerca de 100 m²; em áreas mais pequenas o preço por m² é mais alto. Em obras de reparação em habitação, parte do valor pode ter IVA a 6 % — nesse caso, o preço final é mais baixo. O preço exato fica no orçamento escrito, após a visita.

Para onde vai o preço do sistema, por m² de pavimento

A membrana é cerca de um terço. O resto é o que a faz agarrar à base, fechar os cantos e aguentar o sol e o uso. Ao comparar propostas, veja se as quatro camadas lá estão.

  • Primário ≈ 25 %
  • Selagem ≈ 8 %
  • Membrana ≈ 35 %
  • Acabamento ≈ 32 %

Média das três propostas de 2026 em Oeiras com as quatro camadas (Linda-a-Velha, Porto Salvo e Caxias); em cada uma, as partes ficaram a menos de 2 pontos destes valores. Sem a preparação da base, que muda muito de obra para obra, sem paredes e sem estaleiro. As percentagens são as mesmas com ou sem IVA.

Peça uma visita ao seu terraço em Oeiras

Vemos o terraço em Oeiras, mostramos-⁠lhe em fotografia por onde entra a água e enviamos um orçamento escrito, com o que inclui e o que fica de fora.

Pedido de orçamento

Diga-⁠nos onde é o problema e como o contactar. A visita e o orçamento escrito são gratuitos.

Como prefere começar?
Quem pede (opcional)

Para a assembleia, a proposta vem por pontos e por fases, com as fotografias do diagnóstico.

Ex.: 15 de janeiro.

O NIF da empresa só é preciso no orçamento.

Trabalhamos na Grande Lisboa e na Península de Setúbal; fora destes concelhos, em regra, não fazemos obras.

Quando prefere a visita? (opcional)

Confirmamos o dia e a hora por telefone.

Que dia?
Contacto

Indique o telefone, o email ou os dois.

De preferência com WhatsApp. Ex.: 912 345 678

Para lhe enviarmos a confirmação e o orçamento escrito.

Basta um valor aproximado. Se não souber, deixe em branco.

Ex.: mancha no teto da sala desde as últimas chuvas; tijoleira antiga. Não precisa de indicar a morada agora.

Leva cerca de 1 minuto. Entramos em contacto consigo rapidamente.

A Perspectivaominuto Unipessoal Lda (POM) é a responsável pelos dados deste formulário e usa-⁠os só para responder ao seu pedido e preparar o orçamento. Se não houver obra, apagamo-⁠los 24 meses após o último contacto. Pode pedir acesso, retificação ou apagamento para info@pom-lda.pt e reclamar à CNPD.

Saiba mais
Responsável
Perspectivaominuto Unipessoal Lda, NIPC 517158736, Rua Júlio Dinis, n.º 6, 1.º Dto., 2690-⁠286 Santa Iria de Azóia. info@pom-lda.pt
Finalidade e fundamento
Responder ao pedido, marcar a visita e preparar o orçamento — diligências pré-contratuais a seu pedido (RGPD, art. 6.º, n.º 1, al. b)).
Quem recebe
Os fornecedores que, por nossa conta, alojam o site, o email e o nosso sistema de pedidos; os serviços de mensagens que usar para falar connosco (por exemplo, o WhatsApp, da Meta); e serviços de inteligência artificial que nos ajudam a organizar o pedido e a preparar o orçamento. Alguns destes fornecedores podem tratar dados fora do Espaço Económico Europeu — nesse caso, com as garantias do RGPD (cláusulas contratuais-tipo ou Quadro de Privacidade de Dados UE-EUA). Não vendemos dados.
Prazo
24 meses após o último contacto, se não houver obra; havendo obra, os prazos legais (por exemplo, fiscais).
Direitos
Acesso, retificação, apagamento, limitação, oposição e portabilidade, através de info@pom-lda.pt. Reclamação: Comissão Nacional de Proteção de Dados — cnpd.pt.

Política de Privacidade

Prefere enviar fotografias?

Com estas quatro, damos-⁠lhe uma estimativa indicativa antes da visita:

  1. a zona inteira, tirada de um canto;
  2. os ralos, os rodapés ou as fissuras, de perto;
  3. o teto ou a parede com a mancha;
  4. a área aproximada, em m².
Terraço de moradia em Oeiras impermeabilizado pela POM, com a membrana a subir pelos muretes
O seu terraço, seco e pronto a usarObra POM em Oeiras · 60 m²

+351 964 085 834 (Chamada para rede móvel nacional)

Perguntas sobre terraços em Oeiras

Não encontrou a sua? Ligue +351 964 085 834 ou escreva por WhatsApp.

Em resumo. A POM (Perspectivaominuto Unipessoal Lda, alvará IMPIC 108786-⁠PAR) impermeabiliza terraços no concelho de Oeiras, a partir da sede em Loures. Preço a partir de 110 €/⁠m² com IVA por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² com levantamento, em áreas a partir de cerca de 100 m²; obra mínima 1 750 € com IVA. 6 obras realizadas no concelho. Visita de diagnóstico e orçamento escrito gratuitos; garantia escrita de 5 anos, sem prejuízo da garantia legal.

Moro no último andar de um prédio dos anos 70 em Algés ou Linda-a-Velha. A mancha é minha, o terraço é de todos. Por onde começo?

Pela visita de diagnóstico, que é gratuita, de preferência com acesso ao terraço e à sua casa: comparamos a mancha com o que está por cima — murete, rodapé, soleira, ralo — e mostramos a origem em fotografia. Num prédio, o terraço de cobertura é, em regra, parte comum, mesmo quando só uma fração o usa; a decisão passa pela administração. Confirme no título constitutivo. As fotografias servem para levar à administração e, se a água já estragou o teto, ao seguro.

Vivo junto à marginal, em Algés, Paço de Arcos ou Caxias. O ar do mar estraga a impermeabilização?

A membrana de poliureia aguenta o ar salgado; o que costuma ceder é o que está à volta dela: o sal corrói ralos, grelhas, rufos e as fixações do gradeamento, e é aí que os remates se soltam. Na visita vemos o estado de cada um e incluímos no orçamento a reparação ou a troca do que estiver estragado, porque é por um murete fissurado ou por um remate solto que a água passa para trás da membrana.

O terraço do prédio tem lajetas sobre tela. É preciso levantar tudo?

Para tratar a tela, sim: as lajetas saem, ficam empilhadas no terraço e voltam ao lugar no fim, e as partidas são substituídas. Se a tela estiver aderida, fica: a membrana vai por cima, com primário próprio para base betuminosa. Onde estiver descolada ou com água por baixo, removemo-⁠la nessa zona. Num terraço grande, a obra pode fazer-⁠se por zonas.

Fazem obras em edifícios de escritórios?

Sim, terraços e coberturas planas. Em 2026 impermeabilizámos o terraço de 220 m² de um edifício de escritórios na Quinta da Fonte, com as lajetas levantadas e repostas. Antes de começar, combinamos com a gestão do edifício o acesso, as regras de segurança e a proteção das zonas de passagem. A obra pode fazer-⁠se por zonas, para o terraço não fechar todo de uma vez, e, em alguns casos, os trabalhos com ruído podem ficar para fora do horário de expediente: isso combina-⁠se na proposta. A proposta vem por pontos e por fases, para a aprovação interna, e a fatura sai com o NIF da empresa e IVA a 23 %, dedutível nos termos gerais.

Quanto custa impermeabilizar um terraço em Oeiras?

Os mesmos preços que em Lisboa ou Cascais. Com IVA, em áreas a partir de cerca de 100 m²: a partir de 110 €/⁠m² por cima do pavimento e a partir de 195 €/⁠m² com levantamento; em áreas mais pequenas o m² é mais alto e a obra mínima é de 1 750 € com IVA. Muretes e paredes orçamentam-⁠se à parte. O valor exato fica no orçamento escrito, depois da visita. O que entra em cada preço: preços da impermeabilização de terraços.

Quanto tempo demora a obra?

Depende da área, de levantar ou não o pavimento e de quantos muretes há para reparar. A moradia de 60 m² em Oeiras, por cima da tijoleira, ficou pronta em 5 dias; para o terraço de 220 m² com lajetas de um edifício de escritórios na Quinta da Fonte, o prazo previsto era de 12 a 14 dias. O prazo previsto fica escrito no orçamento, que enviamos até 5 dias úteis depois da visita (num prédio, até 10). Depois de aceite e feito o primeiro pagamento, compramos os materiais e, com tempo seco, começamos normalmente dentro de uma semana. As camadas só se aplicam com tempo seco, por isso a data final pode mudar com a chuva — avisamos.

Que garantia dão? E se voltar a entrar água?

Garantia escrita de 5 anos no sistema, sem prejuízo da garantia legal. Se voltar a entrar água nesse prazo por defeito da obra, voltamos e corrigimos.

Como se paga a obra?

Fica escrito no orçamento. O habitual é 40 % ao adjudicar, 40 % durante a obra e 20 % no fim; em obras pequenas, normalmente 50 % + 50 %. Se aparecer trabalho que não está no orçamento, orçamentamo-⁠lo por escrito antes de o fazer.

Onde trabalhamos no concelho de Oeiras

  • Algés
  • Miraflores
  • Linda-a-Velha
  • Cruz Quebrada-Dafundo
  • Carnaxide
  • Outurela
  • Queijas
  • Oeiras
  • São Julião da Barra
  • Santo Amaro de Oeiras
  • Paço de Arcos
  • Caxias
  • Laveiras
  • Porto Salvo
  • Talaíde
  • Barcarena
  • Queluz de Baixo
  • Tercena
  • Leceia

Nas cinco freguesias do concelho. A visita em Oeiras é gratuita e marcamos o dia consigo.

Fontes dos números

  1. INE — Censos 2021, alojamentos por número de alojamentos do edifício (indicador 0011495) — Oeiras: 86 751 alojamentos; 88,6 % em edifícios com 2 ou mais alojamentos; 55,0 % em edifícios com 10 ou mais. fonte (abre noutra janela)
  2. INE — Censos 2021, edifícios por época de construção e necessidade de reparação (indicador 0011482) — Oeiras: 18 488 edifícios; 53,0 % construídos antes de 1981; 37,9 % em 1961–⁠1980 (Lisboa 21,3 %, país 27,1 %). UF Algés, Linda-a-Velha e Cruz Quebrada-Dafundo: 3 434 edifícios; 73,9 % anteriores a 1981, 46,7 % de 1961–⁠1980; 49,9 % com necessidade de reparação (no concelho, 31,1 %). fonte (abre noutra janela)
  3. Neotex — ficha técnica do Neopox® Primer WS — Primário epóxi; aderência ≥ 3 N/mm² (EN 1542), também em base cimentícia saturada de água; consumo 200–⁠300 g/⁠m² por camada, conforme a absorção da base. fonte (abre noutra janela)
  4. Neotex — ficha técnica do Neopox® Primer BM — Ponte de aderência sobre membrana betuminosa: aderência ≥ 2,5 N/mm² (EN 1542); consumo 70–⁠80 g/⁠m² sobre tela lisa e 90–⁠120 g/⁠m² sobre tela com acabamento mineral. fonte (abre noutra janela)
  5. Neotex — ficha técnica do Neotex® PU Joint — Mastique de poliuretano; elongação à rotura ≥ 500 % (ISO 8339); marcação CE pela EN 15651-⁠1; uma bisnaga de 600 ml dá 6 m de junta de 1 × 1 cm. fonte (abre noutra janela)
  6. Neotex — ficha técnica do Neoproof® Polyurea R — Consumo mínimo de 1–⁠1,2 kg/⁠m² em duas camadas, sobre base cimentícia; alongamento na rutura 400 % (ASTM D412); 18 horas entre demãos a +23 °C. fonte (abre noutra janela)
  7. Avaliação Técnica Europeia ETA 24/1247 — Neoproof® Polyurea R — Membrana líquida avaliada segundo o EAD 030350-⁠00-⁠0402. A avaliação pressupõe uma vida útil de referência de 25 anos (categoria W3), com aplicação e base corretas: é um valor de ensaio, não uma garantia do fabricante nem nossa. fonte (abre noutra janela)
  8. Neotex — ficha técnica do Neodur® FT Elastic — Verniz de poliuretano; consumo 300 g/⁠m² por camada; transitável 4 horas depois e cura total para tráfego intenso em 24 horas, a +25 °C e 50 % de humidade relativa. fonte (abre noutra janela)
  9. Neotex — ficha técnica da Neorep® R4 — Argamassa de reparação classe R4 (EN 1504-⁠3); consumo 1,75 kg/⁠m² por mm de espessura; até 4 cm por camada. fonte (abre noutra janela)
  10. Código Civil, artigo 1421.º — partes comuns do prédio — N.º 1, alínea b): são comuns «o telhado ou os terraços de cobertura, ainda que destinados ao uso de qualquer fração». fonte (abre noutra janela)
  11. Código Civil, artigo 1427.º — reparações indispensáveis e urgentes (redação da Lei 8/2022) — As reparações indispensáveis e urgentes nas partes comuns podem ser levadas a efeito, na falta ou impedimento do administrador, por iniciativa de qualquer condómino. fonte (abre noutra janela)

Terraço em Oeiras com infiltrações? Vemos o terraço e dizemos-⁠lhe por onde entra a água.

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